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  1. Última semana
  2. 4 DICAS PRECIOSAS para você MULTIPLICAR SUAS VENDAS rapidamente O que todos nós queremos, no final das contas, é aumentar o ROI, vendendo mais e gastando menos, correto? Mas para chegar nesse patamar, é preciso focar e otimizar algumas partes do processo de venda. Hoje, vamos abordar aqui 4 DICAS para que você consiga multiplicar as suas vendas. Vamos lá: 1. Foque seu produto em apenas um alvo Um dos maiores erros cometidos por quem trabalha com Dropshipping é esse: querer atingir várias personas com o mesmo criativo e produto. Se você está fazendo isso, mude o quanto antes. Arrisco a dizer que por volta de 80% dos dropshippers fazem isso, o que dá um destaque muito grande pra quem faz da maneira certa. Se você deseja vender um produto, dedique o seu tempo para construir a página de produto, página de vendas e os criativos com objetividade e especificidade. Por exemplo: foque em um único elemento do problema, da persona, do benefício, da emoção etc. Hoje em dia você não compra mais um shampoo, mas sim um shampoo americano para adolescentes com cabelo liso e loiro. Entende a diferença? Portanto, melhor do que atirar no escuro é dar um tiro certeiro. Preze pela especificidade e foque apenas em um elemento. 2. Apele para o Sexy, abuse do SexyCanvas É bem provável que você já tenha visto ou utilizado o SexyCanvas, estratégia desenvolvida pelo André Diamand (@andrediamand), né? Se a resposta foi sim, parabéns, você está em vantagem. Mas caso contrário, fique tranquilo pois estamos aqui agora para te colocar por dentro dessa poderosa ferramenta. Não vou delongar muito aqui pois temos diversos conteúdos focados nele aqui em nosso site (deixarei ao final algumas recomendações de conteúdos). Explore em seu site, em seu produto e criativos os 7 pecados capitais do ser humano, ou quantos você conseguir identificar no seu item: luxúria, ira, ganância, preguiça, vaidade, inveja, e gula. Mas, afinal, você sabe o que eles representam? Basicamente são emoções que todos nós temos, mas não externamos isso, guardamos para nós. Entretanto, quando vemos alguma propaganda, alguma coisa em nosso dia a dia que apele para essas sensações, isso capta a nossa atenção e apelam para o nosso inconsciente. Creio que todos conhecem um dos pilares do marketing e copy: o ser humano compra na emoção e justifica na razão. Apele para as emoções dele de forma sexy e atraente. Seduza o seu cliente! 3. Otimize os seus CTAs Os CTAs - call to actions -, ou chamada para ação, é basicamente um botão com um objetivo predefinido, podendo ser compra, registro, inscrever em seu newsletter etc. Lembrou? Agora me responda, você busca otimizar eles ou não se preocupa com isso? Vou deixar aqui um insight para vocês: sempre apele para a mudança, ao futuro, como ele estará após o produto no botão para compra. Vamos ilustrar isso abaixo: Uma pessoa, ao comprar um infoproduto de empreendedorismo, ela tem muitas coisas além da vontade de ter um negócio próprio nela. Ela deseja ser como o seu ídolo, ela deseja ser reconhecida, ter dinheiro, ter luxo - apenas supondo. Portanto, ao invés de fazer um botão com uma chamada " compre aqui seu curso ", explore algo como " crie e fature alto com seu negócio ", ou "tenha o seu negócio próprio agora". 4. Valorize (e muito) a experiência do cliente O seu site está intuitivo? Você compraria em seu site? Ele transmite profissionalidade e confiança? Se você quer ter uma boa taxa de conversão e ter um e-commerce de respeito e autoridade, obviamente você deve se preocupar com a experiência do cliente. Fora que ao otimizar a jornada dele, o próprio Facebook Ads entende que você está entregando anúncios de qualidade e otimiza suas campanhas. Agora, vou falar algo óbvio mas que é um dos pilares para você aumentar as suas vendas: ensine o seu cliente a comprar. Isso mesmo, facilite e mostre o que ele deve fazer. Não deixe a sua página poluída, mas o mais intuitiva possível para que ele não tenha nenhuma dúvida de onde ir. Se possível deixe tudo escrito, inclusive, por exemplo: antes do botão de compra, escreva "clique abaixo para comprar/mudar de vida/viver esse sonho". Se possível, dê cores e animações às partes mais importantes. E dê o valor que seu cliente merece. Trabalhe de forma amigável e respeitosa quanto às dúvidas de clientes, respondendo o mais completo possível no menor tempo que conseguir. Isso mostra que sua loja está lá não apenas para empurrar um produto e pronto, mas para manter um relacionamento e realmente preocupar com a satisfação dele. 5. Conteúdos recomendados Como eu havia dito acima, irei deixar alguns conteúdos relacionados que vocês podem explorar. São eles: Sexy Canvas: O que é e como aumentar suas vendas! Sexy Canvas na prática - Estudo de caso 1 Sexy Canvas na prática - Estudo de caso 2 Persuasão e Influência: explore e aumente a sua conversão Tipos de clientes do seu negócio e jornada de compra Espero que tenham gostado e, caso queiram ajudar a nossa comunidade, clique aqui para criar a sua conta e ficar por dentro de nossas novidades. Será um prazer tê-lo aqui conosco. Até o próximo!
  3. Anteriormente
  4. Seja muito bem-vindo @deyglison hutim! Ficamos felizes em tê-lo aqui em nossa comunidade, conte com a gente para o que precisar!
  5. Olá! meu nome é Deyglison Hutim, geral me chama de Hutim, pq é mais facil kk, to iniciando no Drop, mas já tenho lido e me interessado pelo mkt digital há um bom tempo, porém nunca tinha implementado nada, comprei uns cursos sobre face ads para afiliados e tal, e outro curso chamado negocio digital do zero e por ultimo um de dropshipping, decidi que vou implementar o Drop, espero ajudar no que eu puder e tbm ser ajudado.
  6. Boa tarde! Algum fornecedor de tomadas elétricas ou ferramentas e materiais de construção??? Preciso urgente!!
  7. O que é o topo de funil? O topo de funil, ou fase de atração, é a primeira etapa do funil de vendas, que também é composto pelo meio e fundo. Ele é considerado como a fase de conscientização, uma vez que esse público já identificou que possui um problema, mas ainda não sabe como resolvê-lo e, por isso, não está pronto para iniciar a transação comercial. Trata-se da parte mais larga do funil, no qual você recebe o maior número de visitantes e tráfego orgânico. Esse despertar é essencial para o seu negócio, afinal de contas ninguém compra nada sem ter um motivo, não é verdade? Nesse caso, o topo de funil é o espaço de educar potenciais compradores tornando-os clientes fiéis da sua marca. Aqui, você vai atrair uma grande quantidade de pessoas que podem descobrir que o seu produto ou serviço pode ser exatamente o que eles estavam procurando. Logo, pode-se ver o quão importante é a parte mais larga do funil, concorda? Qual a importância do topo de funil de vendas? Já foi dito que o topo é o lugar onde as pessoas são atraídas, ou seja, o ponto de partida de qualquer negócio. Logo, podemos destacar alguns pontos importantes sobre o topo de funil de vendas: Primeiro contato Como já foi muito falado, a parte de cima do funil é onde as pessoas entram em contato pela primeira vez com a sua empresa. Por esse motivo, é bom lembrar do antigo ditado: “A primeira impressão é a que fica.“ Muitas vezes (para não falar todas as vezes) um ótimo contato inicial desperta a curiosidade da pessoa para conhecer mais sobre a empresa e a solução que ela tem, atraindo novas perspectivas para o consumidor. Realiza descobertas Quando você desperta a curiosidade das pessoas, você consegue que elas pensem em problemas que antes ignoravam e comecem a procurar soluções para eles. A partir do momento que os consumidores começam a perceber que há um problema, elas terão mais interesse em se educarem para resolver essa questão. Educa os usuários sobre um novo assunto Uma vez que as pessoas descobrem algum tipo de problema, automaticamente elas têm o interesse em saber mais sobre o novo assunto. Inicialmente, elas não têm nenhum tipo de contato ou material para ler. O topo de funil é a porta de entrada que vai determinar se aquilo que ela procura resolve seus problemas. Por isso, é imprescindível ter conteúdo adequado e de valor que eduque seu público e ofereça soluções para suas demandas. Como criar conteúdo para o topo de funil? Para ter um ótimo conteúdo no topo de funil, você deve seguir as seguintes dicas: O conteúdo deve ser de fácil acesso O conteúdo do topo de funil tem que fazer com que a persona da sua marca descubra que tem um problema que deve ser resolvido. Por isso, é essencial que todo o seu conteúdo inicial seja de fácil acesso, pois a ideia da parte de cima é receber um grande volume de pessoas curiosas, que não conhecem muito sobre um determinado assunto. Logo, o material disponibilizado deve ser encontrado facilmente e todas as informações devem ser claras e objetivas. Clareza e objetividade O material deve ser claro e objetivo, isto é, não pode ter informações exageradas, pois certamente as pessoas ficarão confusas sobre o que está sendo escrito e desistirão de procurar mais sobre sua marca. No primeiro momento do ciclo de vendas as pessoas apenas têm curiosidade sobre um assunto e não têm interesse de comprar. Por isso evite vender, divulgando diretamente seus produtos e sua empresa no conteúdo que você está disponibilizando. Jamais cite sua empresa Uma dica importante é nunca citar diretamente sua empresa nesse conteúdo de topo de funil. Na verdade, no topo de funil nem se sabe se quem acessou vai de fato despertar interesse nos seus serviços. Se fizer qualquer menção à companhia, o usuário vai achar que é propaganda e desistirá de ler mais sobre seu conteúdo. Mais uma vez, a ideia é despertar a curiosidade de quem visita e gerar leads qualificadas, utilizando ferramentas apropriadas para este objetivo. Use ferramentas para gerar leads qualificados Um conteúdo de qualidade significa maior geração de leads qualificadas, ou seja, de usuários que têm grandes chances de fecharem uma venda. Para isso, é fundamental contar com as melhores ferramentas para o topo de funil, que são: Redes Sociais A ideia do topo de funil é aumentar o tráfego de visitantes. Logo, as mídias sociais, tais como Facebook, Twitter, Instagram, dentre outros é uma ótima chance para despertar a curiosidade dos potenciais clientes. Utilize imagens e um visual que chame a atenção dos usuários e faça chamadas para assuntos relevantes que estão contidos nos posts de blogs. Post de blogs O post em blog é o primeiro contato do cliente sobre um determinado tema que, potencialmente, pode se tornar uma demanda para ele. Os textos devem ser de fácil acesso para qualquer visitante e as informações neles contidos devem despertar a curiosidade do leitor de saber mais sobre o assunto. Newsletters Newsletters são mais uma forma de difundir o seu conteúdo. Elas possibilitam uma comunicação direta com o cliente de forma regular e periódica. Em geral são enviados conteúdos específicos sobre um ou mais assuntos para que o consumidor tenha mais interesse sobre a solução de um problema e avance para a próxima etapa do funil. O topo de funil é onde você conquista suas metas Com todas as informações ditas ao longo deste post, deu para ver como é importante o topo de funil de vendas, não é mesmo? O Marketing de Conteúdo é fundamental para que sua empresa prospere, fidelizando clientes e atraindo novos consumidores. Dica: Inbound e Outbound Marketing: O que é e como aplicar ao seu negócio! E você, o que acha do topo de funil? Qual conteúdo você utiliza? Compartilhe com a gente nos comentários! Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  8. Gestão financeira é algo essencial para a administração do seu negócio. Fazer bem feito e da maneira correta trará os resultados esperados por você e toda sua equipe. Neste post, explicaremos o que é Gestão financeira e como fazer a administração das suas finanças. O que é? Trata dos assuntos voltados à administração das finanças das empresas e organizações. Como anda a saúde financeira da sua companhia? Onde estão concentrados os maiores investimentos? Quais são as maiores despesas? São perguntas que você deve fazer e ter a resposta na ponta da língua. Sem uma gestão financeira correta, seu negócio não cresce e fica insustentável, podendo chegar a falência. Como fazer? Saber como realizar a administração das finanças é primordial para o desenvolvimento e o crescimento do seu negócio. Por isso fique atento e preste atenção! 1º Planejamento financeiro Com ele ficará bem claro quais são sua metas, seus planos operacionais, seus prazos e seus projetos. Qual o objetivo disso? Investir sem comprometer o orçamento da organização. Como fazer? Matriz SWOT. O que é? Descubra as oportunidades e use suas forças para potencialização. Se necessário, melhores suas fraquezas para não perder essas oportunidades. Em contrapartida, você deve identificar também as ameaças, assim, verifique como suas forças podem te defender delas e quais fraquezas pode piorar o quadro. Oportunidades e ameaças são do ambiente externo, ou seja, não tem controle sobre. Ex: Alta do dólar prejudica nossa importação. Forças e fraquezas pertencem ao ambiente interno. Você controla e pode ajustar para aproveitar as ameaças e combater as fraquezas. 2º Fluxo de caixa Esta parte é fundamental no controle e gestão do seu caixa, afetando diretamente a Gestão Financeira. É possível visualizar as entradas e saídas de um determinado período. É por meio do fluxo de caixa que você conseguirá identificar o quanto seu negócio tem disponível para fazer novos investimentos e como estão suas dívidas. Ultrapassam sua receita? Com ele em ordem, é possível ter um controle financeiro efetivo. É importante atualizar com frequência seu fluxo de dinheiro, pois as informações presentes são fundamentais para o desenvolvimento da sua empresa. 3º Dívidas Algo de extrema relevância é que suas dívidas não ultrapassem suas receitas. Aprendendo a fazer sua gestão financeira é necessário que faça uma análise detalhada dos seus dados antes de qualquer aplicação. 4º Redução de custos Diminua os custos improdutivos, ou seja, gastos que não revertem em lucro para a empresa. Desperdícios podem ser posicionados como custos improdutivos, gerando despesas desnecessárias para seu empreendimento. Como identificar? Deve ser feita uma análise detalhada para ver todas as despesas para verificar os excessos. Assim você consegue analisar se podem ser excluídos, ou, pelo menos, ter uma redução. Como diminuir estes custos? Conheça sua empresa e a estrutura da mesma. Uma ótima opção atualmente é o Home Office. O colaborador trabalha de casa, sentindo-se mais motivado para bater as metas e conversa com a organização por meio de plataformas online. Além disso, o impacto maior será sentido ao final do mês, com a economia da energia, materiais de escritório e outros itens que se tornam dispensáveis. 5º Organização dos documentos Os documentos devem ser armazenados de maneira organizada e segura. Isso facilita na economia do tempo na busca pelas informações necessárias, deste modo você encontra os dados rapidamente. 6º Prioridades A área financeira demanda muitas tarefas, por isso, defina suas prioridades e classifique-a, assim, seu dia a dia ficará mais produtivo. Hoje em dia existem ferramentas que podem auxiliar na classificação das prioridades diárias, por exemplo, Trello. 7º Aprenda com seus erros É importante ter a consciência que você cometerá erros. É essencial não ficar desmotivado e você deve buscar soluções para resolver os problemas. Errar é humano, o mais importante é aprender com eles e solucioná-los. Encare os equívocos com naturalidade e como aprendizado. Entenda que passando por esse tipo de situação você está adquirindo experiência para lidar com isso. 8º Automatização dos processos Qual é sua função? Alinhar e padronizar os processos. Vai das atividades operacionais e do dia a dia de contas a pagar e receber, até a pesquisa de relatórios gerenciais. Benefícios da automatização - Padroniza os processos; - Organização das tarefas e atividades do setor; - Redução das etapas do processo; - Redução do tempo de realização; - Saber o tempo de duração do processo; - Elimina responsáveis que não precisam participar. Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Felipe
  9. O que é cashback Você já deve ter ouvido que é mais caro conquistar um novo cliente do que manter os seus atuais. Logo, a máxima de que inovar é preciso, não é mais novidade no mundo dos negócios. Por isso, programas de fidelização e de benefícios para os consumidores são cada vez mais utilizados, principalmente em e-commerces. A todo instante, novas plataformas, aplicativos, métodos e metodologias se tornam ainda mais populares com o objetivo de tornar empresas e negócios mais atrativos aos olhos do consumidor. Entre essas práticas está o cashback. Cashback é um termo em inglês que traduzido significa algo como dinheiro de volta. Ou seja, quando o cliente faz uma compra em uma loja que oferece um programa de cashback, ele recebe de volta uma parte do dinheiro gasto. Esse tipo de programa de recompensa já é muito popular nos Estados Unidos e no Reino Unido, sendo utilizado, principalmente, por empresas de cartão de crédito. É possível que você esteja se perguntando: “mas onde o cashback surgiu?”. O modelo foi criado em 1998 pela empresa norte-americana Ebates. Logo no lançamento, ela tinha em seu portfólio 40 lojas online parceiras que ofereciam até 25% do dinheiro de volta. Já por aqui, o modelo de cashback demorou a chegar, visto que a estratégia de recompensa começou a ser utilizada apenas em 2007. Desde então, o segmento cresceu muito. De acordo com o Sebrae, em 2019, o Brasil tem cerca de 6,4 milhões de estabelecimentos que estão cadastrados em programas de cashback. Uma movimentação e tanto para a economia, não acha? Como funciona o cashback A execução dessa estratégia é bem parecida com programas de pontos oferecidos por muitas empresas do varejo, sendo que sua operação acontece por meio de intermediárias entre a loja e o consumidor. Para entender como acontece na prática, utilizaremos um exemplo. Vamos imaginar que você tenha uma loja online de acessórios para computadores e queira oferecer o programa de cashback aos seus clientes. O primeiro passo para isso é buscar uma empresa para intermediar essas transações de devolução de dinheiro. Por outro lado, o seu cliente tem que estar cadastrado na plataforma dessa sua empresa parceira para usufruir os benefícios. Assim, quando ele começar a fazer compras, acumulará dinheiro em uma conta virtual. A recompensa oferecida pelo seu estabelecimento é você quem define, podendo variar de 1% a 50%. Para fazer o resgate do dinheiro, há duas possibilidades. O cliente pode usar sites e aplicativos que o direcionarão para as lojas associadas, ou ir até uma loja física e solicitar o benefício do cashback no local. Sobre o funcionamento, é interessante ressaltar alguns pontos importantes. Normalmente, a identificação do cliente que faz parte do programa de cashback é feito por meio da apresentação do CPF ou do número de telefone no momento da compra. Para ser parceiro de uma empresa de cashback é preciso repassar uma comissão para ela, sendo que esse valor será dividido com o consumidor. É dessa forma que essas plataformas intermediadoras ganham dinheiro. Além disso, é essencial saber que os bônus gerados pelo cliente em seu estabelecimento podem ser utilizados em outras lojas, sendo elas do mesmo segmento ou não. Da mesma forma, o dinheiro originado de compras em outras lojas pode ser trocado por cashback na sua empresa. Vantagens do cashback Os benefícios para o consumidor final são bem claros e palpáveis. Mas a empresa que oferece o cashback aos seus clientes também usufrui diversas vantagens. Separei algumas delas para você a seguir. Confira! Maior visibilidade da sua loja O cashback pode ser uma estratégia de divulgação da sua loja. Afinal, é uma forma de mostrar àqueles que ainda não conhecem o seu negócio, os benefícios de se tornarem seus clientes. Além disso, estimula os consumidores a falarem para amigos e familiares sobre a sua marca. Outro ponto importante é que normalmente as plataformas de cashback divulgam as lojas parceiras. Por emails ou notificações push, por exemplo, os usuários de determinada plataforma passam a saber que você também oferece esse benefício. Aumento da base de clientes Essa vantagem está diretamente relacionada à maior visibilidade. Afinal, a tendência é que quanto mais pessoas conhecem a sua loja, mais clientes você terá na sua base. Isso acontece não só por conta das divulgações feitas pela plataforma de cashback que você utiliza, mas também porque as pessoas tendem a escolher aquela loja ou marca que oferece mais benefícios. Isso é extremamente importante diante da competitividade do mercado. Mais vendas Clientes felizes com uma marca tendem a consumir mais. O programa de cashback é uma forma de melhorar a satisfação dos seus clientes, fazendo com que comprem mais no seu estabelecimento ou e-commerce. O usuário cadastrado em programas de cashback logo perceberá que, quanto mais ele compra, mais ganha. Isso significa que ele tende a gastar mais, a fim de receber mais benefícios como recompensa. Maior entendimento sobre o cliente Quando o usuário faz o cadastro em uma plataforma de cashback, ele precisa fornecer diversas informações. Logo, ao fazer uma parceria com alguma dessas empresas, você terá acesso a dados do seu cliente. Além disso, é possível rastrear melhor o comportamento de consumo dos seus clientes. Afinal, eles vão se identificar sempre que fizerem uma compra na sua loja para receberem o benefício. Você também ganha com isso, visto que, com a análise desses dados, é possível realizar ações promocionais cada vez mais efetivas, uma vez que você conhecerá os interesses e as necessidades do público. Geração de confiança O uso de aplicativos e plugins para navegadores web permite que o cliente acompanhe o extrato de seus benefícios. Ou seja, ele pode saber exatamente quanto está recebendo ao efetuar uma compra na sua loja, ou quanto está utilizando das recompensas recebidas. Isso gera confiança por parte do consumidor e o motivo é simples: você é visto como uma empresa que preza pela transparência das transações realizadas. Fidelização de clientes É muito importante dizer que o programa de cashback não é uma estratégia de fidelização de clientes, mas sim uma ação de recompensa para os consumidores. Contudo, o fato de você fornecer benefícios ao público faz com que ele seja fiel à sua marca, pois sabe que vai ser recompensado em todas as compras. A fidelização acontece pois o cashback é um diferencial competitivo da sua empresa, além de fornecer uma vantagem clara e simples ao consumidor final. Plataformas de cashback Agora que você já sabe como funciona o cashback e quais são suas vantagens, é interessante conhecer empresas que trabalham com esse tipo de recompensa. Na hora de escolher o seu parceiro, é importante entender as peculiaridades e as necessidades do seu negócio e de seus consumidores. Méliuz A Méliuz é uma plataforma que oferece cashback por meio de transferência bancária. Ela é conhecida por sua atuação nos principais e-commerces do Brasil, onde começou seu negócio. Contudo, atualmente já é parceiro de lojas físicas nas principais capitais do país — São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. As recompensas variam de 1% a 150% do preço do produto. Além do cashback, a Méliuz fornece aos seus usuários cupons de desconto. Importante: os consumidores podem fazer o resgate após somarem R$ 20. Beblue O Beblue tem algumas particularidades que devem ser analisadas antes de sua adoção. O usuário deve pagar uma taxa de adesão de R$1,99, que é descontada do seu saldo de cashback. Além disso, quando não utilizado por cem dias, é cobrado uma taxa de inatividade no valor de R$19,90. O cashback da Beblue pode ser usado apenas para fazer compras nas lojas parceiras. Contudo, há a vantagem de transferir cashback para amigos que também tenham cadastro na plataforma. As recompensas variam entre 2% e 200% do valor do produto nas lojas físicas cadastradas. O vendedor fará a identificação do usuário por meio do CPF digitado na máquina de cartão convencional usada no estabelecimento. Mooba O Mooba é a iniciativa de cashback do grupo Reclame Aqui. Seus parceiros são somente lojas online e recompensam o consumidor entre 0,5% e 7%. A forma de devolução também é via transferência bancária. O Mooba funciona a partir de uma extensão no browser, em que o usuário recebe um alerta toda vez que visita uma loja parceira, sendo que as promoções também ficam disponíveis no site da Mooba. A estratégia de cashback está se tornando cada dia mais popular entre usuários e empresários brasileiros. Embora ainda esteja muito associada à venda de produtos, uma tendência é que os programas de recompensa se tornem mais comuns na comercialização de serviços. Além disso, o programa deve utilizar, em breve, outros benefícios para recompensar os usuários, e não apenas o dinheiro de volta. Afinal, cashback acabou por se tornar uma modalidade. De forma resumida, se você busca uma maneira de recompensar o cliente por escolher a sua marca e fornecer benefícios a ele, com certeza o cashback é uma excelente opção. Porém, não se esqueça de analisar as necessidades da sua empresa e os interesses e o perfil do seu consumidor antes de sair executando a estratégia. Veja mais Gostou desse conteúdo sobre cashback? Então continue no fórum e leia mais! Dica: 7 dicas para aumentar as vendas do seu e-commerce Dica: 5 estratégias de marketing digital para sua empresa começar a investir! Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  10. Muito bom o artigo, mas se você quer saber mais sobre como alavancar suas vendas de forma eficiente, melhor ainda, na palma de sua mão! Acesse o link e aproveite: http://bit.ly/2UFDjoNVenderNoZap
  11. A leitura deveria ser algo rotineiro na vida das pessoas, pois os benefícios são muitos, seja na vida pessoal ou profissional. Por isso faça da leitura um hábito. Quantos livros você leu em 2019? Relembre e reflita se foi em boa quantidade, além da qualidade dos livros. Era conteúdo relevante e importante para suas pretensões e ambições? Um assunto bem discutido atualmente é gestão financeira, ou seja, como gerir seu dinheiro e investir de maneira assertiva. Pensando nisso, o AprendaDrop selecionou alguns bons livros para ajudar na sua empreitada. Fique ligado! Cinco livros sobre gestão financeira 1º Pai Rico, Pai Pobre, de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter Robert Kiyosaki é empresário e investidor, no livro aborda as lições aprendidas com seu pai, que foi um empresário rico e de sucesso apenas com o ensino médio. O aprendizado foi algo determinante para que ele alcançasse tudo que conquistou na vida. O autor mostra como é fundamental ter inteligência financeira. 2º Saia da crise, de W. Edwards Deming Deming ensina lições valiosas sobre administração financeira. Apresenta sua teoria sobre os 14 pontos da gestão da qualidade, ou seja, questões administrativas que prometem mudar o modo como você lida com sua gestão. O autor destaca a importância do planejamento para um controle financeiro eficaz. 3º Vantagem competitiva das Nações, de Michael Porter Renomado escritor de administração com vários livros de leitura obrigatória. Ele explica quais são as influências financeiras que nos atingem diariamente na vida pessoal e profissional, por exemplo: taxas de juros e mercado de ações. Cita também quatro fatores que definem a competitividade de um país. Deste modo, ele mostra como os fatores podem ser adicionados à realidade das empresas. Leitura fundamental para um gestor ou diretor financeiro que necessita tomar decisões na organização. 4º Quem pensa enriquece, de Napoleon Hill O autor foi assessor de dois presidentes dos Estados Unidos. Além disso, foi contemporâneo de personagens importantes da história, como Henry Ford, Thomas Edson, Alexander Grand Bell e Theodore Roosevelt. Pesquisou quase 20 anos para escrever este livro. Listou 15 características em comum que os ricaços da sua época apresentavam. Clarifica em sua obra quais são os pontos chaves para o leitor atingir o mesmo sucesso. 5º Princípios da Administração financeira, de Lawrence Gitman Livro clássico para quem quer aprender a gerir seu dinheiro. Ajuda os profissionais a compreender os conceitos e técnicas da área. Traz detalhadamente a explicação dos tópicos de cada campo financeiro. Deixe um comentário se já leu alguns dos livros listados. Como foi a leitura? O que aprendeu e colocou na prática? Escreva os melhores livros sobre gestão financeira que você já leu. Boa leitura!
  12. Apolo Santos

    Drop

    Para divulgações, entre em contato com a nossa Equipe. Retirei o link.
  13. TGL

    Drop

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  14. Chegou aquela época do ano de refletir e renovar as ideias. Como editora global do Think with Google, tive o privilégio de trabalhar com colaboradores de 21 mercados diferentes neste ano. Embora cada Think with Google reflita uma realidade com informações locais, alguns insights são universais e merecem ser divididos. Abaixo estão as 10 pérolas de sabedoria do marketing mais valiosas que escutamos de diferentes parceiros do Google ao redor do mundo em 2019. Seja para repensar uma abordagem antiga, seja para lançar uma campanha nova ou incentivar você e sua equipe a assumir novos riscos, esperamos que elas tragam novas inspirações para os seus futuros trabalhos. 1. Temos muito o que aprender com piratas (sim, isso mesmo) Onde você busca inspiração para ser disruptivo e ultrapassar limites? Para Sam Connif, líder de uma agência criativa e colaborador do Think with Google UK, a resposta está nos piratas. Ele compartilhou um modelo que estimula a quebra de normas e que pode servir de inspiração para quem toma grandes decisões. – Sam Connif para o Think with Google UK 2. Equilibre ativos globais com a realidade local A parceria da Mercedes Benz Middle East com o Unskippable Labs do Google propôs um novo olhar sobre carros de luxo em diferentes mercados: o que acontece quando o preço é divulgado ao final de um anúncio? E quando não é divulgado? Alex Brunori, Creative Impact Lead do Unskipppable Labs do Google Mena, divide os aprendizados de testes de preço em diferentes regiões. – Alex Brunori, Unskippable Labs do Google Mena 3. Use dados para romper estereótipos O que as mulheres brasileiras estão assistindo no YouTube? Analisar esse tipo de conteúdo foi uma forma de descobrir sutilezas que, de modo geral, costumam ficar de fora dos planos de mídia dos profissionais de marketing. Marcella Campos, Head of Marketing do YouTube Brasil, conta algumas descobertas dessas análises. – Marcella Campos para o Think with Google Brasil 4. Narrativas inclusivas não são apenas a coisa certa a ser feita: as pessoas respondem mais a elas As mulheres têm espaço nos anúncios do YouTube? Para entender melhor os números relacionados à representatividade entre homens e mulheres na plataforma, O Think with Google U.S. e o Instituto Geena Davis coordenaram um estudo global abrangendo 2,7 milhões de peças. – Geena Davis para o Think with Google U.S. 5. Vale a pena medir a eficiência de uma campanha na fase do briefing Um dos maiores desafios para os profissionais de marketing é entender como criar anúncios estratégicos e eficientes para o YouTube. No Think with Google Europa do Norte, alguns líderes do setor contam como se planejam para obter resultados surpreendentes. – Cecilia Steenberg Forsberg, Global Head of Agency, H&M 6. Nem sempre é fácil desvendar os próximos passos para a maturidade digital. Mas é preciso seguir em frente O que a minha empresa deve fazer para atingir a maturidade digital? Qual o meu papel nesse processo? Essas são algumas das grandes preocupações dos líderes e profissionais de marketing do Think with Google França. – Antoine Boulte, Diretor de Insights e Business Solutions, Google EMEA 7. Invista tempo e dinheiro para assumir riscos calculados em novas abordagens e tecnologias Larry Luk, CMO da L'Oréal Hong Kong, contou para o Think with Google EMEA como apostar em uma abordagem de marketing de teste resultou em insights e aprendizados valiosos para a sua equipe trabalhar em mensagens mais criativas. As novas tecnologias também tiveram um papel crucial nessa estratégia. – Larry Luk, CMO da L’Oréal Hong Kong 8. Contexto e relevância são elementos fundamentais para que os anúncios não sejam interrupções irritantes O que define um conteúdo verdadeiramente relevante? Para os líderes de mercado do Think with Google Canadá, a personalização é o segredo e está mudando a maneira de pensar conteúdo. – Tracey Cooke, VP of Marketing and Communication da Nestlé 9. O design do site mobile é tão importante quanto a velocidade da página Como oferecer a melhor experiência mobile para as pessoas e impulsionar bons resultados de negócio ao mesmo tempo? Especialistas em UX compartilham 4 dicas no Think with Google Alemanha. – Julius Schröder, Mobile Specialist, Google Europa Central 10. Retenção é um fator de crescimento Como as marcas conseguem criar uma experiência mobile atrativa para as pessoas? Alguns líderes do mercado detalharam suas estratégias no Think with Google América Latina. – Daniel Ferro, Diretor de Corporate Marketing, Mercado Libre Créditos ao Brianne Janacek Reeber Tendências de Consumo, Publicidade, Conteúdo https://www.thinkwithgoogle.com/
  15. Conheça as principais formas de potencializar as vendas do e-commerce e entenda os motivos pelos quais é preciso investir também em outras áreas de conhecimento, como Inbound Marketing e redes sociais. O processo de otimização das vendas do e-commerce é uma tarefa desafiadora, mas necessária para o sucesso de qualquer negócio. Não adianta investir em um bom site, criar anúncios, gerar bons números de tráfego e depois apenas esperar pelo dinheiro. É preciso seguir uma linha de raciocínio segmentada! Só assim o site vai alcançar o perfil correto de comprador, ou seja, quem cria interesse genuíno ao encontrar seu conteúdo. São justamente essas pessoas que se transformam em clientes. Criei um conteúdo completo para que você desenvolva o plano de vendas ideal e faça com que o pesadelo do “abandono de carrinho” seja cada vez mais raro. 1. Invista em SEO Bons números de tráfego são sempre bem-vindos, mas quando não existe um processo de qualificação, podem não adiantar muita coisa. Pense em um e-commerce de sapatos. As taxas mensais de acesso chegam a 50.000, mas apenas 15 pessoas de fato compraram algum produto. Para você, este número é satisfatório? Ao mesmo tempo, a concorrência conta com números mais tímidos, com tráfego de 10.000 visitas. O investimento em estratégias específicas, no entanto, fez com que no último mês 800 pessoas finalizassem a compra. Uma das principais diferenças entre os dois exemplos é que o segundo deles, mesmo com um tráfego menor, sabe qualificar as pessoas que chegam até o site. O SEO é uma das melhores formas de colocar a ação em prática. Otimizar todas as páginas para os mecanismos de busca faz com que um produto seja encontrado mais rápido e de forma mais eficiente. Pense em quantas pessoas gostariam de comprar um sapato (nada muito específico) e chegaram até a segunda página do Google buscando por alternativas. Difícil, não é? Um bom posicionamento aumenta a sensação de confiança e segurança em relação à loja, principalmente caso o usuário ainda não conheça o seu negócio. Para que isso aconteça, existem alguns pontos que merecem atenção: Tamanho do conteúdo; Uso de palavras-chave; Estratégia de linkagem; Título interno e SEO title. Dica: SEO: O que é e como aplicar a sua loja! 2. Não se esqueça do conteúdo visual Uma das principais diferenças do e-commerce para as lojas físicas é a impossibilidade de ver o produto ao vivo. Seja um sapato, um chuveiro, um carro ou um apartamento, lembre-se sempre que o comprador vai se basear no conteúdo visual do site. Ou seja, pouca quantidade de fotos, qualidade ruim, edição exagerada e outros fatores técnicos podem destruir qualquer experiência de compra. Ofereça conteúdo visual suficiente para que as pessoas consigam ter a noção mais próxima da realidade. Também é importante lembrar que cada nicho tem suas especificidades. Fotografias imobiliárias não seguem a mesma linha de raciocínio de fotografias de produtos do varejo, por exemplo. Outra dica legal é adicionar recursos como zoom, imagens em 360° e panorâmicas, novamente levando em conta qual produto estará exposto. 3. Destaque avaliações de outros compradores A experiência do cliente é potencializada quando vendas são humanizadas. Destacar depoimentos e avaliações de outros compradores mostra as implicações práticas daquele produto em diversas realidades, cenários e perfis diferentes. Coloque-se no lugar das pessoas. Se você entra em um e-commerce e busca por “secador de cabelo”, encontrando uma opção sem nenhuma avaliação e outra com 50, qual das duas escolheria? É importante investir no recurso mesmo quando existem comentários negativos. A melhor forma de lidar com eles é sempre com muita atenção, buscando entender de verdade o que pode ter acontecido naquele cenário específico e apresentando propostas de melhoria quando for o caso. Acredite: o processo de confiança será construído de forma muito positiva! Dica: Caso você tenha uma loja no shopify um app para adicionar/importar avaliações bem interessante é o Product Reviews. Assista abaixo um tutorial mostrando como instala-lo e começar a utiliza-lo: 4. Trabalhe em conjunto com as redes sociais Um canal nas redes sociais (quando bem trabalhado, obviamente) pode se transformar em um dos principais aliados nas estratégias de divulgação e conversão da marca. A edição de 2019 da Social Media Trends apontou dados importantes sobre o assunto: 96,2% das empresas estão presentes nas redes sociais; 62,6% consideram que elas têm um papel muito importante para as empresas; 42,1% já têm mais de 3 anos de uso. No entanto, não adianta criar uma página no Instagram apenas para “marcar presença”: lembra-se do fator confiança? Como você se sentiria ao buscar pelo perfil de um e-commerce e ver que se trata de uma “página fantasma”, sem atividades e interações por meses? Para não reproduzir a experiência negativa, escolha a rede social que faz mais sentido para o seu negócio e invista em um calendário de conteúdo conciso, periódico e segmentado. Atualmente, as principais plataformas contam com um bom suporte para marcas, oferecendo análises e ferramentas de gerenciamento muito simples de usar. Outro ponto importante da estratégia é a construção do reconhecimento de marca. Lembre-se do clichê “quem não é visto não é lembrado” e invista em conteúdo relevante capaz de gerar posicionamento e destaque dentro do seu nicho de atuação. Você também pode se interessar por estes outros conteúdos! 1ª Dica: Aprenda como aumentar suas vendas utilizando o Instagram 2ª Dica: SexyCanvas: O que é e como acelerar as vendas! 5. Priorize atenção e agilidade Se alguém está comprando um celular no shopping e tem uma dúvida, é muito simples: é só chamar um vendedor. No caso do e-commerce, porém, aquela pessoa não existe. Compras podem ser feitas às 03 da manhã ou ao meio dia, e as dúvidas também não têm hora de chegada. Por isso, é importante priorizar pela agilidade: não deixe o cliente esperando por longas horas ou até mesmo dias. No espaço de tempo entre o envio da dúvida e a resposta, tenha em mente que aquela pessoa pode se interessar por outras lojas ou até mesmo perder o interesse da compra. Responda sempre com muita atenção e cuidado, além de se certificar que todas as questões foram solucionadas: com isso, a insatisfação na hora que o produto chegar vai ser muito menor. O comportamento do público em uma era de alta informatização mudou muito e em meio a várias ações para melhorar as taxas de encantamento, a humanização da marca é uma das principais. Promova um diálogo em que a marca mostra que se importa de verdade com as dores do cliente. 6. Capriche no pós-venda Um dos maiores erros de qualquer vendedor é “abandonar” o cliente depois da venda. Imagine quantas pessoas têm uma experiência positiva e mesmo que ainda não pensem em fazer novas compras, podem vir a fazê-las muito em breve! Por isso, investir em um acompanhamento pós-venda é fundamental. Estratégias de e-mail marketing são ótimas aliadas para fidelizar uma pessoa e entregar aquele conteúdo especial de forma periódica. Assim, além de não se esquecer da sua marca, o usuário não vai perder nenhuma novidade! Um outro ponto importante é criar canais de retorno e estimular o cliente a responder. Por exemplo: caso ele preencha o campo de feedback, dê um cupom de 5% de desconto na próxima compra. Ter as informações pode ser fundamental na hora de otimizar o site, produtos e outros fatores essenciais que aumentem as vendas do e-commerce. 7. Crie estratégias de Inbound Marketing Já falei sobre o SEO no início do post, mas além de otimizar a página do e-commerce, existem ações de Inbound Marketing que podem potencializar ainda mais o seu negócio. Para valorizar a importância da estratégia, pense que estamos em meio à mudanças radicais e muito rápidas no comportamento online de usuários. Quando a prática de investir em anúncio pago na internet começou, o encantamento era grande. Afinal, pense na surpresa de ver o Facebook anunciando aqueles pares de tênis da moda justamente depois de você ter feito uma pesquisa no Google! Agora, com maior nível de conhecimento (e certa maldade) muitos usuários já não caem mais na história. Bloqueadores de anúncio se tornaram realidade e são capazes de ocultar toda a estratégia investida por marcas ao redor do mundo. Com o inbound, você não precisará criar a sensação de que o seu produto foi entregue de forma forçada para o público. É justamente o consumidor quem levantará a necessidade de fazer a compra, buscando por soluções online e eventualmente encontrando a sua página. Desenvolver o Inbound não anula a necessidade de investir em mídia paga. Principalmente nas redes sociais (em que o alcance orgânico de marcas cai gradativamente), será preciso dar a devida atenção em impulsionamento de conteúdo. O que vai acontecer é que a sua marca terá autoridade suficiente para investir menos dinheiro em mídia paga, já que será encontrada com maior facilidade. É importante ressaltar que as estratégias devem ser aplicadas durante todo o processo de gestão de um e-commerce. Além disso, elas são resultado de uma construção contínua. Não abandone as ações quando achar que não estão dando resultado ou quando estão dando demais. Um outro ponto de atenção é que, na maioria das vezes, não adianta fazer uma ou outra ação separadamente: elas funcionam muito bem em conjunto, mas, sozinhas podem não ter a força necessária para impulsionar a sua marca de forma esperada. Construa a sua estratégia com base em muito estudo, planejamento e trabalho em equipe. Será apenas questão de tempo até que os resultados positivos se tornem realidade. 1ª Dica: Inbound e Outbound Marketing: O que é e como aplicar ao seu negócio! 2ª Dica: Marketing de Conteúdo: Como gerar tráfego SEM GASTAR NADA!
  16. Apolo Santos

    Drop

    Show. Desculpe a demora pois estava viajando, acabei de chegar! Olha, para fornecedores internacionais, como os da China, recomendo procurar no Aliexpress os vendedores mais bem avaliados. A plataforma deles é séria e a chance daquela pontuação ser falsa é mínima. Após iniciar fazendo drop por lá mesmo, você pode dar um passo à frente e buscar o contato desse fornecedor entrando em contato com ele. Dessa forma, você iria ter uma margem de lucro maior pois deixaria de pagar taxas para o Ali. Já sobre drop nacional, você deve procurar os fornecedores fisicamente ou pela internet. Mas fica um aviso: muitos, infelizmente, não agem da forma mais correta e acabam prejudicando o seu negócio. Dê uma procurada e filtrada, procure pessoas que já fecharam negócios com eles para ter certeza de que está no caminho certo. Em breve teremos aqui em nosso site um plataforma para ligar fornecedores aos dropshippers. Vai ajudar bastante também, e iremos filtrar somente os confiáveis. Espero que tenha ajudado de alguma forma @Jaque!
  17. A produtividade é um tema muito abordado nos dias atuais. A correria do dia a dia dificulta sua produção, seja no trabalho, vida pessoal e outras tarefas que devem ser realizadas. Felizmente, com o advento da tecnologia e seu avanço constante, hoje, existem meios que auxiliam na otimização do tempo e na produtividade. Confira cinco ferramentas! Trello É extremamente versátil e pode se ajustar conforme as necessidades do usuário. Pode ser usado por apenas uma pessoa ou para gerenciar um projeto ou equipe. Pode ser acessado por meio dos seguintes navegadores: Google Chrome, Mozilla Firefox, Safari e Internet Explorer, sem necessidade de instalação. É gratuito, mas existem alguns recursos pagos (é possível utilizar o Trello sem pagar). Simples de manusear ajuda a organizar seus afazeres, por meio de quadros com listas e divididos em cartões. Evernote Através dele é possível criar notas, fazer anotações online, podendo ser de texto ou áudio, montar tabelas e outras funcionalidades que vão ajudar na produtividade diária. Ele substitui os blocos de notas e agendas, pois centraliza as informações que o usuário deseja lembrar. Além disso, os dados são armazenados na nuvem, gerando fácil acesso, facilidade no compartilhamento e melhor organização. Google Drive É um serviço de sincronização e armazenamento de arquivos. Nele é possível compartilhar os arquivos com seus amigos e colaboradores por meio de uma conta Google. Você decide com quer irá compartilhar e qual o nível de permissão para cada registro: quem pode visualizar, editar ou comentar. O serviço é gratuito Todoist É um aplicativo para gerenciar suas tarefas. Existem três planos: gratuito, premium e business. Gratuito – máximo de cinco pessoas por projeto, até 80 projetos, datas recorrentes, sub-tarefas e sub-projetos, datas recorrentes. Premium - Até 300 projetos, até 25 pessoas por projeto, lembretes, comentários e carregamento de arquivos, etiquetas e filtros e tendências de produtividade. Businees - Até 500 projetos, até 50 pessoas por projeto, caixa de entrada da equipe, Funções de administrador & membro, faturamento da equipe e prioridade no suporte. Hash Track Usa o Timesheet Online (é o sistema que controla as horas trabalhadas em cada atividade). Por meio dessa ferramenta você vai conseguir controlar suas horas trabalhadas de forma precisa, centralizar todas as informações, agilizar o processo de faturamento de projetos, ter acesso a informações estratégicas de gestão, capacidade de aumentar a produtividade da equipe, entre outras funções disponibilizadas. Faltou alguma ferramenta que já usou e não está na lista? Comente e fale um pouco sobre sua experiência com ela! Se já utilizou de alguma ferramenta listada, explique nos comentários como foi, se gostou ou não, maiores dificuldades. Não deixe de comentar!
  18. Jaque

    Drop

    Pretendo trabalhar com os dois 😁
  19. Apolo Santos

    Drop

    Claro, entendo. Você já tem algo em mente? Se vai realizar drop nacional (com fornecedores apenas no Brasil) ou internacional (com fornecedores estrangeiros mandando os produtos para cá)? Depois de definir isso, fica bem mais fácil prosseguir. Se ainda não decidiu, me fale que posso até postar um artigo com algumas vantagens e desvantagens de cada um dessas modalidades!
  20. Jaque

    Drop

    Olá @Apolo Santos boa tarde TD bem? Ainda não, mas quero começar o mais rápido que for possível. Como disse, tenho dúvidas com que produto começar, por que preciso ver que produtos tem bastante saída,compra. E fornecedor que não pise na bola. Pode me ajudar por favor?
  21. Apolo Santos

    Drop

    Olá @Jaque, tudo bem? Seja muito bem-vinda, conte conosco para ajudar no que pudermos. Você já mexe com drop ou pretende começar?
  22. Jaque

    Drop

    Olá, boa noite! Me chamo Jaqueline Moro em SP E desejo começar com o drop, porém tenho dúvidas de que produto começar, quais fornecedores posso confiar. Alguém pode me auxiliar? Desde já agradeço
  23. Se você ainda não sabe o que é a LGPD, é melhor buscar se informar o quanto antes. Ela se trata de uma lei (Lei Geral de Proteção de Dados), sancionada em agosto de 2018, que tem como finalidade desenvolver regulamentações quanto ao uso, coleta e tratamento dos dados pessoais. Isso não apenas dos clientes, mas parceiros, colaboradores e outros. Essa tendência vem ganhando muita força não apenas no Brasil, mas pelo mundo, e já é uma realidade. Se formos pegar algumas referências, por exemplo, temos em vigor nos Estados Unidos o CCPA (California Consumer Privacy Act - 2018) e o GDPR (General Data Protection Regulation) em toda a União Europeia. Mas você pode estar se perguntando... Por que toda essa preocupação? Hoje em dia, com a internet, tudo ficou facilitado quanto à acessibilidade e à dinamicidade. Mas a exposição de dados pessoais, como nome, endereço, cartão de crédito, CPF e e-mail ficam bem mais vulneráveis. Segue a imagem abaixo para ter ideia da dimensão dos maiores vazamentos que ocorreram em 2018 (os números são surpreendentes): Para saber mais sobre esses vazamentos, clique aqui. Dados vale mais que dinheiro. Como isso impacta DIRETAMENTE o meu negócio digital? É indiscutível que, hoje em dia, o mercado digital trabalha com dados pessoais. Isso move o marketing. A LGPD, assim, afeta diretamente o seu infoproduto, e-commerce e outras atividades. O mais importante agora é se adaptar e adequar à lei. Vale lembrar que as sanções previstas nela em caso de descumprimento vão, desde multas até a suspensão do tratamento de dados daquela empresa. E, para quem já está no mercado sabe: uma empresa que sofrer tal suspensão provavelmente vai encerrar suas atividades devido à impossibilidade de atuar no marketing digital sem os dados. Segue abaixo o vídeo do advogado Gabriel Leão, especialista nessa área, juntamente com o @Arthur Dibai e o @gustavodibai, explicando exatamente o que deve ser feito. Assista e fique por dentro: Infográfico retirado do site lgpd.com.br Gostou desse conteúdo? Restou alguma dúvida? Deixe abaixo um comentário, estamos aqui para ajudá-los! Obrigado!
  24. O que é Growth Hacking Se você tem estudado sobre Marketing Digital, Empreendedorismo ou Start-ups, já deve ter encontrado essa expressão Growth Hacking mas, o que é isso? “Growth Hacking é marketing orientado a experimentos.” (Sean Ellis) Sean Ellis inventou o termo growth hacking para descrever o que ele mesmo vinha realizando pelas empresas por onde passava. Ele foi Head de Marketing do LogMeIn, um dos mais conhecidos softwares de acesso remoto do mundo, e o primeiro profissional de Marketing da história do Dropbox, serviço de compartilhamento de arquivos na nuvem. Conhecido por promover crescimento rápido nas startups por onde passava, Sean começou a prestar serviços de consultoria para replicar seus métodos e em 2010, junto com Hiten Shah e Patrick Vlaskovits, passou a usar o termo growth hacking. Ele também fundou e é CEO do portal GrowthHackers.com. Ou seja, ele é a maior autoridade do assunto no mundo inteiro! Em português, growth hacking não tem tradução e por ser uma expressão, é difícil ser literal a respeito de seu significado. Isolando as palavras, seria algo como: Growth – crescimento. Hack – brecha, espaço, corte. Hacking – o ato de encontrar e explorar essas brechas e espaços. Ou seja, encontrar oportunidades/brechas (hacks) para o sucesso e criar estratégias específicas visando resultados rápidos para o crescimento (growth) da empresa. Mas não é só em start-ups ou grandes times de Marketing que o growth hacking tem espaço. Na verdade, essa expressão vem sendo bastante usada nesses meios, mas também tem gerado algumas confusões e às vezes é associada a mitos que atrapalham o entendimento do que é growth hacking e como levá-lo à prática. Por isso, neste artigo reunimos tudo que você precisa saber para entender e aplicar o growth hacking na sua estratégia. Mitos sobre Growth Hacking Como toda novidade, o growth hacking também está sujeito a interpretações erradas do que é e para que serve. separei aqui os três principais mitos ao redor do Growth Hacking e expliquei por que eles estão errados. Growth Hacking é “mágica”? Muitas pessoas associam growth hacking a mágicas como “trocamos a cor do botão e triplicamos a geração de leads”. É possível que isso aconteça? Com certeza. Mas, nenhum resultado dessa magnitude se conquista da noite para o dia, muito menos sem estudar e embasar bem as hipóteses. A abordagem de “tentar de tudo e ver o que funciona” é totalmente contrária ao growth hacking. O growth hacking é uma das formas mais científicas de abordar o Marketing e o crescimento empresarial. Ser científico ajuda a comprovar o mais rápido possível sua hipótese e exatamente por isso, os resultados podem aparecer muito rapidamente, o que dá a aparência de mágica. Porém, na prática, o mais comum é que um conjunto de “pequenos hacks”, somados, garantam crescimentos tão expressivos. Claro, a substituição de cores pode ser um desses pequenos hacks. Mais adiante, vamos abordar o processo de growth hacking na prática e você vai entender por que ele é tão científico. Growth Hacking é antiético? Certamente, a associação com os “hackers” é praticamente instantânea e quando ela ocorre, parece que ao praticar growth hacking, você está infringindo alguma lei ou prejudicando alguém. Porém, não é assim que acontece. Estratégias black hat, na verdade, só prejudicam mais ainda o seu Marketing. A palavra “hack”, como dissemos, tem várias traduções possíveis. A mais indicada, neste caso, é “brecha”, no sentido de atalho. Growth Hacking é encontrar brechas ou atalhos de crescimento rápido. O “hacker” também encontra brechas e atalhos, mas na segurança de aplicações e proteção de dados, o que absolutamente não é e nem deve ser o caso do Growth Hacker. Growth Hacking exige conhecimento de programação? As aplicações de experimentos podem exigir algum conhecimento de programação, em alguns casos, mas isso não é uma regra. Mesmo quando é necessário programar, não precisa ser o próprio Growth Hacker a fazê-lo. Algumas empresas possuem, em seus times de growth, um ou mais programadores para colocar em prática os experimentos selecionados. Para o Growth Hacker, independente de saber ou não programar, é importante possuir um bom conhecimento de tecnologia: possibilidades, novidades e, de maneira geral, como as coisas funcionam. Ainda assim, existem vários growth hacks que não precisam programar. O processo de Growth Hacking na prática O growth hacking é totalmente focado na experimentação, de um modo científico. Embora alguns processos possam variar de empresa para empresa, existe uma sequência básica de como aplicar o growth hacking na prática. Separai a seguir tudo que você precisa saber para começar a aplicar o growth hacking em sua empresa. O Funil do Growth Hacking Da mesma forma que existe um funil de vendas, também existe um funil do growth hacking. Ele foi criado por Dave McClure, que o batizou de “funil do pirata” porque, em inglês, as iniciais formam AARRR (em som semelhante a uma interjeição pirata!). O funil possui 5 estágios: Aquisição (Acquisition), que reúne as práticas para atrair e conquistar um cliente. Ativação (Activation), quando o foco é entregar a primeira boa experiência ao cliente. Retenção (Retention), etapa em que os clientes estão satisfeitos ao ponto de continuar utilizando seu produto. Receita (Revenue), quando os clientes estão gerando faturamento para a empresa (ao invés de usar versões grátis, por exemplo). Indicações (Referral), quando estão chamando amigos e conhecidos para se tornarem clientes também. No geral, as ações de growth hacking são pensadas para otimizar um dos estágios desse funil. Ao contrário do funil de vendas, as etapas do funil de growth hacking não têm uma demarcação clara de território. Ou seja, para alguns produtos e serviços, a retenção e a receita andam juntas: se o cliente continua utilizando, ele continua pagando. Em outros casos, as indicações podem vir antes do cliente estar gerando receita. Mais importante do que olhar os estágios do funil como etapas separadas é saber identificar em quais estágios estão os problemas mais urgentes a serem resolvidos, pois é ali onde você pode começar a aplicar o growth hacking. Geração de ideias A primeira etapa do processo de growth hacking é gerar ideias de práticas para alavancar o crescimento das métricas do Funil de Growth. Existem diversas fontes possíveis de ideias: pesquisas de casos de sucesso, benchmarking de empresas que são referência no mercado, sites dessas empresas, fóruns e grupos do LinkedIn ligados ao seu negócio, apresentações no SlideShare, blogs, entre outros. Depois dessa pesquisa, reúna o time e realize um brainstorming. Sempre anote cada ideia, sem exceção! É muito comum que a primeira ideia não surja em seu formato definitivo. As boas ideias podem ser construídas conforme a contribuição de outras pessoas do time. Se ainda não existe um time de growth hacking, procure fazer esse brainstorming com pessoas de outras áreas que possam ajudar você a pensar. Em último caso, faça sozinho, mas lembre-se de anotar todas as ideias. Depois do brainstorming, agrupe as ideias conforme a parte do funil que elas mais impactam. Isso ajudará na priorização. Tenha sempre um lugar, como um quadro ou um documento compartilhado, para reunir todas as ideias que já surgiram. Seleção de ideias Naturalmente, as ideias ligadas aos objetivos principais da empresa têm certa prioridade. Por exemplo, se as vendas estão baixas, focar na Aquisição será prioritário em relação à Retenção. Ainda assim, para cada estágio do funil o ideal é ter muitas ideias. Para selecionar as ideias que serão priorizadas para serem levadas à prática, podem ser usados diversos critérios. Os três mais indicados são: Custo e/ou complexidade de implementação Probabilidade de sucesso do experimento. Impacto nos resultados da empresa. Idealmente, as ideias mais simples, com maior probabilidade de sucesso e alto impacto nos resultados devem ser as primeiras a serem levadas à prática. Nessa priorização, tome o cuidado de não selecionar mais ideias do que a capacidade do time de implementá-las e acompanhar os resultados. A capacidade do time deve estar implícita no critério “custo ou complexidade de implementação”. Modelagem de experimentos Nesta fase do processo, a ideia vira uma hipótese. Para modelar o experimento que vai comprovar essa hipótese, é imprescindível ter clareza tanto da barreira de crescimento que se quer superar quanto do gatilho que será explorado para isso. Um exemplo prático de hipótese: “Com a redução de 5 para apenas 3 campos a serem preenchidos no formulário, apostamos que as conversões de leads na página aumentarão em 40%.“ É neste momento que toda a parte científica do growth hacking entra em cena. Quais são os campos que serão retirados do formulário? Pretendemos compensar a perda das informações que esses 2 campos continham? Se sim, de que modo? Se não, por que esse experimento vale a pena? Como você pode perceber, esta é a fase das perguntas. Uma das ciências mais utilizadas nesta etapa é a estatística. Para comprovar seu experimento, será necessário um Teste A/B com um grupo de controle? Qual a variação percentual esperada? Por quanto tempo o experimento precisará ficar ativo para atingirmos o tamanho mínimo da amostra? Para ajudar, recomendo utilizar uma Calculadora de Teste A/B. Também é neste momento que são definidas as pessoas envolvidas e as ferramentas que serão utilizadas para o experimento. Se a implementação estiver muito complexa, vale a pena repensar a priorização ou tentar “dividir” o experimento em diferentes fases ou experimentos menores. Pense bem: um experimento com alto custo de implementação, se der errado, resulta em um grande desperdício de tempo e recursos. A ideia por trás do growth hacking é comprovar, da maneira mais rápida possível, a hipótese. Por último, nesta etapa deve ser definido como serão feitas as medições dos resultados. Todas as métricas necessárias já estão sendo obtidas? Tudo já está rastreável ou novas implementações terão de ser realizadas? Realização de experimentos Hora de colocar em prática o experimento, ou seja, aplicar a ideia da maneira como foi planejada. Para experimentos que envolvem programação ou implementações mais complexas, vários growth hackers recomendam optar pelo caminho mais rápido. Com certos limites, uma dose de “gambiarra” é totalmente aceita neste momento! Afinal, o objetivo do experimento é comprovar uma hipótese, e não desenvolver uma solução definitiva e robusta. É muito comum que um experimento comprove a hipótese e sua implementação seja totalmente descartada para, no lugar, desenvolver a solução definitiva. Feita a implementação, é preciso também monitorar a operação e os resultados preliminares. Do ponto de vista operacional, é importante garantir que tudo está sendo executado conforme planejado: pessoas responsáveis, ferramentas em funcionamento etc. Já em relação ao monitoramento dos resultados preliminares, você deve verificar se as medições estão sendo realizadas conforme o esperado. Por exemplo, se você está realizando um experimento com um novo título de Landing Page, por meio de um Teste A/B, você pode monitorar se: As amostras estão bem distribuídas entre o grupo A e o grupo B? A quantidade de visitas à Landing Page garante que será atingindo o tamanho mínimo da amostra no tempo dedicado ao experimento? A taxa de conversão do novo título está se movendo? Sobre essa última pergunta, é muito importante lembrar que estatisticamente, é esperado que exista uma oscilação no início, até que os números comecem a se estabilizar. Mantenha o planejado para o experimento, a menos que… a taxa de conversão piore demais! Interromper um experimento significa que você nunca terá certeza se ele funcionaria. Mas em casos extremos, se o resultado estiver piorando demais, use seu bom senso para definir se interrompe ou não o experimento. Análise de Resultados Ao finalizar o período dedicado ao experimento, chegou a hora de mergulhar nos dados obtidos para saber se a hipótese se confirmou. Para isso, é imprescindível olhar para os resultados com total transparência. Jamais tente manipular os dados para sua própria satisfação. O objetivo dessa etapa é o aprendizado. Não se limite a analisar se o número esperado foi atingido. Veja que outras métricas sofreram impactos e o que você pode aprender com isso. Caso o objetivo não tenha sido atingido, quais hipóteses explicariam o porquê? Tenha em mente que dessa análise de resultado, podem surgir diversas outras ideias de ações de growth hacking para o futuro. Procure sempre alimentar essa lista de ideias, para continuar seguindo o processo. Dica: Indicadores: Como analisar o resultado das suas campanhas + Planilha de Acompanhamento! Cases de Sucesso Facebook O Facebook chegou recentemente à marca de 1,7 bilhões de usuários ativos e boa parte desse sucesso se deve à mentalidade de growth hacking que a empresa possui desde o seu primeiro dia. Quando a criação de perfis foi liberada para todo mundo, não só para universitários, a aquisição de novos usuários passou a ser um grande desafio: como continuar interessante, se agora todo mundo podia ser convidado? O primeiro hack do facebook foi permitir que as pessoas adicionassem badges e widgets em seus sites (a evolução desses widgets é o atual Page Plugin). Com isso, as pessoas que acessavam o site eram convidadas a curtir a página daquele site no Facebook – e acabavam criando um perfil. Outro growth hack do Facebook foi relativo à retenção de usuários. Analisando o comportamento dos usuários que permaneciam ativos na rede social, os growth hackers do Facebook chegaram a uma métrica de ativação: “Quem adiciona 7 amigos nos primeiros 10 dias tem chances muito maiores de se manter como usuário ativo.” Pensando nisso, criaram várias funcionalidades para incentivar novos perfis a encontrar esses primeiros 7 amigos. Uma delas acontece quando, ao criar seu perfil, você é incentivado a associar sua conta de e-mail. Com isso, o Facebook procura nos seus contatos sugestões de amizade para você. Outra é a possibilidade de um amigo seu sugerir um outro amigo que seja conhecido de ambos mas você ainda não tenha adicionado. Essa funcionalidade aparece bastante para amigos de uma pessoa que acabou de criar sua conta e depois, com o tempo, tende a não aparecer mais. LinkedIn Uma das ações de growth hacking mais famosas do LinkedIn ajudou a empresa a crescer de 2 milhões para 200 milhões de usuários ativos. A mudança implementada para isso foi a possibilidade de criar perfis públicos, visíveis para pessoas que não estavam no LinkedIn. Parece contraditório, não? Se é possível visualizar um perfil sem criar uma conta, por que eu criaria uma conta? O segredo foi que esses perfis eram totalmente otimizados para SEO. Quando alguém procurava o nome de outra pessoa no Google, um dos primeiros resultados que aparecia era o seu perfil do LinkedIn. A mesma coisa acontecia com quem procurava nomes de empresas: lá estava a página, rankeada no Google. Esse foi um grande gatilho de crescimento. Obviamente, não foi uma tentativa que surgiu aleatoriamente. Lembra que o growth hacker precisa ter um bom conhecimento das pessoas e seus comportamentos? É muito provável que os profissionals do LinkedIn tenham percebido a tendência das pessoas procurarem no Google quem são seus novos contatos profissionais e as empresas onde eles trabalham. Ao perceber isso, o LinkedIn aproveitou para se posicionar como autoridade no resultado dessas buscas – afinal, visualizar o curriculum da pessoa é algo bem relevante quando você quer saber mais sobre ela! Quora O Quora é um site especializado em perguntas e respostas. Você pode criar seu perfil, fazer uma pergunta e esperar que pessoas do mundo inteiro respondam de acordo com seus conhecimentos. Um dos maiores desafios do Quora era a aquisição de usuários. Como as pessoas poderiam confiar que encontrariam respostas de qualidade no site? Para isso, a empresa direcionou seus esforços à aquisição de usuários de reconhecimento e autoridade em seus meios. Quando as pessoas perceberam que poderiam fazer uma pergunta sobre tecnologia e startups, por exemplo, e ter respostas de pessoas influentes do meio – fundadores, diretores de Marketing etc. – o Quora começou a ser visto como uma excelente fonte de conhecimentos. Detalhe: os dois fundadores do Quora são ex-funcionários do Facebook. Ou seja, a empresa já nasceu com uma forte cultura de growth hacking! Conclusão Pensar como um growth hacker vai permitir que você encontre e explore, de maneira científica e bem embasada, os gatilhos que alavancam o crescimento da sua empresa. Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  25. Belo conteúdo @Felipe Landulpho Persiani. Parabéns e obrigado por compartilhar! 👏🏼
  26. Não consegue ser produtivo no seu dia a dia e otimizar seu trabalho? Fique ligado em algumas dicas para melhorar sua produtividade no trabalho e em qualquer outra atividade diária. Algo fundamental é ser uma pessoa orientada ao resultado. O restante será pautado por estratégias, pensamentos e atitudes para manter o foco e atingir os resultados esperados. 1 – Planejamento do dia Faça isso na noite anterior. Gaste cinco minutos no planejamento do dia seguinte. Liste as coisas que irá fazer colocando sempre em ordem de prioridade. 2 – Tarefas mais difíceis em primeiro lugar Posicione as tarefas mais complicadas em primeira instancia, ou seja, que demandam mais tempo e trabalho. Deste modo, você vai eliminado do seu dia as atividades complicadas, ficando com uma agenda mais tranquila. 3 – Períodos de produtividade É essencial a identificação dos períodos em que você rende mais, pois isso varia de cada pessoa. Identificado, coloque as atividades mais complexas no tempo de maior produtividade. 4 – Uma coisa de cada vez Com nível de concentração em uma única tarefa, você consegue focar apenas nela e vai manter a qualidade sem a ocorrência de falhas no processo, gastando menos tempo. 5 – Prioridade no que deve ser feito Muitas vezes colocamos em nossas listas atividades que não são urgentes e estão listadas apenas por um desejo ou por ser algo agradável. Se isso acontece com você, remova essas responsabilidades. Sempre avalie se as coisas que faz diariamente, realmente, são importantes. Reflita sobre! 6 – Hábito de controle Faça da lista algo habitual, ou seja, que se torne comum, rotineiro. Durante o processo algumas tarefas urgentes podem surgir, acrescente em uma lista ao lado ou abaixo da atividade que está sendo feita. Crie uma lista adaptável, pois você pode adicionar os afazeres que vão surgindo. Normalmente são coisas de menor importância, mas é necessário, assim não se perde o foco. 7 – Sem adiar suas tarefas Não deixe para depois o que precisa ser feito agora. Isso gera um acúmulo de tarefas e gasta o seu tempo sem necessidade. Quando passar pela mente em “deixar para depois”, seja por preguiça, indisposição ou outra desculpa, lembre-se da quantidade de coisas que poderia ter feito se nunca deixasse para depois. 8 - Ferramentas de produtividade Com o advento da internet surgiram ferramentas, softwares e hardwares que ajudam as pessoas a serem mais produtivas. Use e abuse! Faça uma pesquisa na web e vai achar várias opções. 9 – Meditação Traz inúmeros benefícios para a sua vida pessoal e profissional. Limpa a mente, ajuda na ansiedade, melhora o sono, diminui a pressão arterial, fica mais presente, evitado a dispersão. Faça a meditação em um lugar reservado e silencioso, por 30 minutos. Coloque canções tranquilas (mantras) ou sons da natureza. 10 – Durma bem Um adulto deve dormir de 7 a 9 horas por noite. Já se perguntou sobre a qualidade do seu sono? Se não, pense e reflita sobre, pois uma noite bem dormida só traz benefícios para o seu dia. A falta de sono pode causar cansaço, lapsos de memória, irritabilidade entre outras reações que vão prejudica-lo nas tarefas do dia seguinte.
  27. Bom dia pessoal, como vocês estão? Eu iria fazer esse tópico no final de 2019, mas como todos sabem, final de dezembro e início de janeiro acaba sendo muito corrido: muito trabalho, natal e réveillon. Como vocês podem ver, o site hoje em dia está com alguns anúncios patrocinados espalhados por ele. Queria explicar um pouco para ser o mais transparente possível com todos vocês. Por que a AprendaDrop tem esses anúncios patrocinados? Vamos lá. A nossa comunidade de dropshippers tem uma proposta completamente inovadora. Transmitir conhecimento e auxiliar os nossos membros de forma GRATUITA. Qualquer pessoa que chegar em nosso site, poderá se registrar, ler nossos artigos, postar suas dúvidas e interagir conosco. Porém vale a pena lembrar que, hoje em dia, a nossa comunidade tem vários custos. Temos algumas taxas que pagamos mensalmente (hospedagem e a de manutenção da nossa plataforma), anualmente (domínio) e diversos aplicativos que compramos para otimizar a experiência de nossos membros. Visando manter o site em pleno funcionamento, decidimos colocar esses anúncios apenas para ajudarem a custear esses gastos. Estamos tentando deixar o site o mais limpo possível, então, peço apenas paciência! Isso será apenas por um curto espaço de tempo! Espero que entendam e contem comigo para o que precisarem.
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