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  4. Tudo certo @eduardoo! Vou te pedir só uma coisa: para organizar melhor, poste sua dúvida nesta área (https://aprendadrop.com.br/forum/107-dúvidas/) que iremos lhe auxiliar da melhor forma possível, pode ser? E sim, hoje eu trabalho com Dropshipping, assim como toda nossa Equipe!
  5. eduardoo

    Apresentação

    Opa @Apolo Santos, blz? Então, estou tentando no drop desde agosto/19, porém quase sem resultados. Não sei se é porque minhas redes sociais da loja não possuem muitas curtidas (entre 270 no Facebook e 100 no instagram) ou se são os produtos mesmo, pois agora melhorei o design da página de vendas e estou rodando anúncios. E você, faz drop também? Valeu!!
  6. Seja muito bem-vindo @eduardoo! Conta um pouco mais pra gente, pra ver como podemos te ajudar também. Todos estamos aqui para ajudar e ser ajudados, conte comigo para o que precisar, beleza?
  7. eduardoo

    Apresentação

    Oi pessoal, me chamo Eduardo, estou há um tempo já tentando dropshipping, já gastei uma graninha com facebook ads, porém quase nenhum venda. Confesso que estou meio desanimado nesse meio mas continuo tentando, fiz uma página de venda com um design muito bonito porém ainda sem resultados, no mais espero contribuir com o pouco que sei. Obrigado!
  8. É um prazer recebê-lo aqui em nossa comunidade @woodrop! Conte com a gente para o que precisar, espero que goste e some com a AprendaDrop!
  9. Boa noite, meu nome é Romualdo, trabalho a 15 anos com tecnologia, atualmente estou começando a estudar e a empreender com drop e desenvolvimento de lojas virtuais. Moro em São Paulo. Atualmente estou estudando Facebook ads, copy e empreendedorismo. Espero poder ajudar!
  10. Anteriormente
  11. O que é? Dsers é concorrente do Oberlo, é um aplicativo que serve para automatizar a importação de pedidos no Aliexpress, diretamente para sua loja no Shopify, lembrando que esse aplicativo é diretamente do Aliexpress. Muitos utilizam o Oberlo para automatizar o processo de importação de produtos, do Aliexpress para Shopify, mais creio que o Oberlo está com os dias contados, pois o próprio Aliexpress, desenvolveu um aplicativo para o Shopify, chamado Dsers, onde ele faz a automação bem semelhante ao Oberlo, porém o Dsers vai além em questão de fazer todos os pedidos com 1 clique, com o Dsers basta selecionar todos os pedidos a ser realizados e com um clique ele faz os pedidos sem acessar o site do Aliexpress. Painel do Dsers Como instalar e importar os produtos Citações e Referências 1 - Walter Empreendedor Digital
  12. Boa tarde pessoal, como foi o final de ano de vocês? Acabou que o final do ano ficou bem corrido e não consegui postar aqui comunicando e desejando um feliz natal e final de ano para vocês, mas por meio deste, venho desejar um incrível 2020 para todos! Como todo início de ano, muitos planos e novos objetivos são traçados... mas nem sempre persistimos o suficiente para alcançá-los. Portanto, o que quero transmitir para vocês é basicamente: confiem e sigam os seus sonhos, não desistam e executem. E isso vale para qualquer área da sua vida, desde o próprio dropshipping quanto outros projetos. Além disso, gostaria de informar também que retomamos nossas atividades neste ano e que, com a ajuda de todos vocês, iremos continuar crescendo e ajudando o máximo de pessoas que conseguirmos. Se você realmente quer contribuir para a comunidade AprendaDrop, divulgue os nossos conteúdos, comente quando achar que o tópico valeu a pena e poste as suas dúvidas. É um prazer seguir mais um ano ajudando e caminhando junto com vocês nesse meio! Um forte abraço e contem conosco em mais um ano!
  13. walber

    oberlo Dsers

    Olá se posssivel tira minha dúvidas eu ja trabalho com app oberlo quero mudar pra o Dsers como fazer?
  14. O que é? Você sabe quais são as 5 forças de Porter? Rivalidade entre concorrentes, poder de barganha com fornecedores, poder de barganha com clientes, ameaça de produtos/serviços e ameaça de novos concorrentes. Se você quer entender mais sobre elas e aprender a como utilizá-las em seu negócio continue lendo este artigo. As 5 forças de Porter proporcionam uma visão estratégica em relação aos concorrentes, sendo uma daquelas ferramentas-chave para desenvolver processos que ajudam a garantir resultados. Independente do segmento de sua empresa, conhecer o setor de atuação é essencial para identificar as brechas e se posicionar em relação a elas de forma positiva. Afinal como já diria a frase, temos que ter “um olho no peixe e outro no gato”. E é dessa forma que você deve pensar em relação ao seu negócio. Um olho na concorrência para identificar pontos positivos e negativos (como em uma análise SWOT), outro na empresa para otimizar pontos estratégicos, isso responde parte do questionamento: quais são as 5 forças de Porter. Objetivo das 5 forças de Porter Essa ferramenta estratégica foi criada em 1979 por Michael Porter, professor de Administração e Economia na tão conhecida Harvard Business School. As 5 forças de Porter tem o objetivo de analisar de forma competitiva a concorrência. Dessa forma, elas ajudam empresas de grande e pequeno porte a definir: Como ingressar no mercado Qual posicionamento deve adotar perante clientes e concorrentes O conceito das 5 forças de Porter não é novo, mas é exatamente por este motivo que essa metodologia está tão difundida entre empresas do mundo todo para analisar o ambiente das empresas e onde estão inseridas. Enquanto a competitividade entre as empresas era vista apenas como uma rivalidade, quando o modelo de Porter surgiu ele propôs um novo modelo de pensamento para a época. Muito mais do que conhecer os fatores históricos para o surgimento dessa ferramenta, o importante é entender quais são as 5 forças de Porter e como elas podem ser aplicadas no seu contexto. Então vamos a ele! Quais são as 5 forças de Porter e como como funcionam? Para começar a colocar as 5 forças de Porter em prática é necessário uma análise para entender o seu negócio de uma forma mais abrangente. Como apresentado anteriormente, as 5 forças de Porter são: Rivalidade entre concorrentes Poder de barganha com fornecedores Poder de barganha com os clientes Ameaça de produtos e serviços Ameaça de novos concorrentes Cada uma dessas forças representa um aspecto importante a ser analisado com objetivo de posicionar a sua empresa em relação a elas A seguir apresentamos uma explicação direta e clara sobre cada uma dessas forças para que você possa entender quais são as 5 forças de Porter e possa aplicá-las a seu negócio. Rivalidade entre concorrentes Olhar a empresa sob o aspecto de rivalidade entre os concorrentes é ideal para identificar: Concorrentes diretos Concorrentes indiretos Grau de de competitividade Mas não se engane, nem sempre empresas que vendem o mesmo produto são concorrentes. Esse fator deve também considerar os objetivos do consumidor, afinal é ele quem dita algumas regras de mercado. Nesse sentido, existem algumas perguntas que podem auxiliar no processo desta etapa: Quais a s vantagens competitivas dos concorrentes? Eles competem por preço, localização ou outros diferenciais? Com quantas empresas seu negócio compete nesse mercado? Poder de barganha com fornecedores Esse fator das 5 forças de Porter diz respeito ao posicionamento de sua empresa em relação à gestão dos fornecedores. Afinal, a regra é clara! Quanto maior o número de fornecedores, maior é o controle sua empresa possui sobre o produto final. Pense bem, quanto maior o número de opções para abastecimento de um mesmo serviço ou produto mais sua empresa poderá negociar fatores como: Prazos Preços Quantidade Entrega mais rápida O controle está nas suas mãos, pois, caso a empresa e fornecedor não entrem em um acordo que seja bom para ambos, existem milhares de outras opções a quem recorrer. Para descobrir qual o poder de barganha da sua empresa existem algumas perguntas a serem respondidas: Quantos e quem são os fornecedores do setor? Quais os diferenciais competitivos entre eles? Quem possui o maior poder de barganha (empresa ou fornecedor)? Poder de barganha com os clientes Atualmente esse aspecto está muito relacionado à força de vendas. Nesse sentido sua empresa deve analisar quanto é necessário investir para realizar a venda ao consumidor. Esse pensamento é parecido com o anterior: quanto maior o número de opções no mercado oferecendo as mesmas soluções que sua empresa, menos controle o seu negócio possui sob as vendas. Algumas perguntas podem ajudar a compreender qual o poder de barganha do negócio: Qual a quantidade de empresas que fornecem o mesmo produto? O clientes tem poder para influenciar direta ou indiretamente nos termos de venda? (Descontos e prazos). Ameaça de produtos e serviços Com o avanço da tecnologia é imensa, a quantidade de novas soluções inovadoras e criativas para problemas que nunca antes havíamos imaginado só aumenta. Mas engana-se quem pensa que esse fator pode garantir exclusividade nas vendas. Apesar de resolver um problema, pode ser que já exista algo que produza o mesmo resultado. Aqui cabe se questionar: O que poderia substituir seu produto? Já existe algo parecido com seu produto no mercado? Ameaça de novos concorrentes Desde no início do negócio é importante vedar todas as entradas. Afinal, grande parte do objetivo da pesquisa de mercado e de concorrentes é identificar e preservar os diferenciais competitivos de sua empresa. A dica aqui é estabelecer barreiras legais para a concorrência, como: Patentes; Registros; Contratos de exclusividade. Como qualquer outra ferramenta de marketing, entender quais são as 5 forças de Porter, aprender a colocá-las em prática e em sintonia com seus objetivos pode ser um processo demorado. Mas, se bem utilizada as 5 forças de Porter podem surtir efeitos positivos para os resultados da organização. Dessa forma, se o objetivo de sua empresa é superar a concorrência estando sempre a frente em termos estratégicos, uma ótima opção é investir um pouco de seu tempo nas análises. Agora que você já conhece um pouco melhor essa ferramenta estratégica, que tal aplicar essas dicas na sua empresa? Não esqueça de acompanhar os resultados!
  15. Conteúdo fera @r_jobs! Com certeza vai ajudar muita gente, obrigado por compartilhar!
  16. Você conhece as ferramentas de DESIGN THINKING e sabe como utilizá-las para a sua empresa? As ferramentas de design thinking unem várias técnicas colaborativas que auxiliam a coletar e classificar as informações. Assim, somam conhecimentos importantes que dão suporte aos colaboradores. Utilizando ferramentas para design thinking é possível desenvolver com mais afinco a criatividade e aperfeiçoar o desempenho no que diz respeito ao trabalho em equipe. Mas o design thinking oferece muito mais do que isso para as empresas. Uma das suas grandes vantagens competitivas é que uma das possibilidades de inovação do processo de design thinking é fazer com que a empresa compreenda melhor a necessidade seu cliente. Isso porque um de seus exercícios faz com que a corporação passe a olhar as ações com as próprias “lentes” do cliente, se colocando no lugar do outro. Se essa informação for bem absorvida e utilizada, pode representar grandes ganhos para o resultado da empresa. Utilizando uma equipe multidisciplinar para colocar em prática o DESIGN THINKING A principal proposta das ferramentas de design thinking é criar novas possibilidades, ver por novas perspectivas, reduzir riscos, administrar incertezas e, principalmente, investir na inovação. É uma abordagem que procura pelas soluções de maneira coletiva e colaborativa e ganha cada vez mais espaço no mercado de trabalho. Isso acontece porque as técnicas de design thinking fazem com que a empresa passe a observar os problemas por uma perspectiva maior e mais completa. Ela permite – e, mais do que isso, incita, – que pessoas de todas as áreas participem desse processo. Por isso é importante contar com uma equipe multidisciplinar, pessoas que desempenhem diferentes funções, tenham formações distintas e visões de mundo complementares. Todos são importantes e devem participar ativamente do processo de design thinking. Seu objetivo é obter uma visão mais completa para a solução de problemas. Assim sendo, une as inúmeras experiências culturais e visão de mundo. Com todos esses conhecimentos reunidos, a empresa acredita ser mais fácil identificar as barreiras a serem ultrapassadas e as melhores alternativas para cada questão. Vale ressaltar que as técnicas de design thinking não são uma ciência baseada em dados matemáticos. Elas são um mapeamento mais subjetivo e humano. Partem das necessidades de cada pessoa – até passar a entender melhor o pensamento e desejos do seu consumidor. Também pode ser utilizada em qualquer área e por empresas de todos os tamanhos. As ferramentas de design thinking e suas soluções inovadoras Para colocar em prática esse formato de abordagem inovador, a empresa deve seguir um pequeno e importante passo-a-passo. Assim, saberá por onde começar, o caminho a ser seguido e os resultados a serem esperados. 1. Qual o seu objetivo em implantar as ferramentas de design thinking? O que precisa ser resolvido? Para resolver uma questão, você precisa, primeiramente identificá-la, certo? A partir de então, pode procurar pelas melhores soluções inovadoras. Por isso, o primeiro passo é: observar o que precisa de inovação. Analisar se existem processos defasados, profissionais mal instruídos, alguma área com produtividade abaixo do esperado, etc. Muitas vezes algum setor não está com algum problema sério, porém, poderia ser melhorado. A empresa deve identificar isso. 2. Conheça e se coloque no lugar do cliente Ele está recebendo o que deseja? Se não estiver, o que falta para isso acontecer? E mesmo que ele já esteja recebendo o desejado: será que é possível fazer algo para surpreendê-lo e se destacar no mercado? Para saber disso, faça entrevistas investigativas e informais com o seu público. Você precisa entender o que o cliente fala, o que ele vê, o que ele escuta e o que ele sente. Para isso, deve ouvi-lo com atenção, perceber quais são seus principais influenciadores, desejos de vida, etc. Com base nessas informações, você é capaz de avaliar as emoções que o seu cliente tem com o seu produto e serviço. Utilize da empatia para entender esses sentimentos por meio das respostas dadas. Após esse processo de conhecimento, a empresa pode montar a sua persona ideal. Assim, terá documentado e saberá exatamente para quem ela está produzindo. Se você possui alguma dúvida sobre esse assunto, complemente a leitura com: Aprenda o que são personas e como criar as suas. 3. Aproveite a sua equipe multidisciplinar Você possui uma equipe multidisciplinar: aproveite isso. Faça um brainstorm com esse time em busca de novas ideias e soluções adquiridas após conhecer melhor o seu cliente. Essa é a melhor maneira de conhecer pensamentos distintos. 4. Colocando em prática as ferramentas para design thinking Tendo essas informações em mente, é hora de aplicar o design thinking e pensar em como solucionar essas questões. É claro, fugindo das respostas engessadas. A partir de então, é possível desenvolver um protótipo da melhor solução encontrada e testá-lo. Se for observado que o serviço ou produto realmente foi aperfeiçoado, cabe à empresa definir se investirá seu orçamento e colocará para funcionar essas novas soluções. Vale lembrar que as ferramentas de design thinking são feitas a partir da observação e conversa. São informações colhidas diretamente com clientes e com o brainstorm de toda a equipe. Não de acordo com métricas matemáticas ou estatísticas. Sua empresa já investe nas ferramentas de design thinking? Como você pôde perceber ao longo deste artigo, as ferramentas de design thinking são uma ótima forma de abordagem para solucionar problemas de uma maneira inovadora e estratégica. Com o objetivo de proporcionar uma experiência mais completa para as pessoas envolvidas, as técnicas de design thinking auxiliam a enxergar as questões com outras perspectivas. O design thinking é importante, pois enxerga e enaltece o lado humano das pessoas. Também ressalta a grande importância que os clientes possuem no mercado. Além disso, também destaca o que fazer para agradá-los de maneira completa. Assim, eles se tornam um agente importante para a sua marca. Falam bem dela em suas redes (virtuais e presenciais) e garantem uma maior autoridade para sua empresa. Novas maneiras de pensar trazem mais produtividade para seu negócio! O que você acha sobre esse formato de abordagem? Já aplica ou pretende aplicar em sua empresa? Compartilhe conosco a sua experiência de aprendizado com essa ferramenta.
  17. Apolo Santos

    Criativo

    De nada, espero ter ajudado!
  18. Bruno2210

    Criativo

    Mano, muito obrigado! vou estudar mais e mais para poder escrever boas copys.
  19. Apolo Santos

    Criativo

    Beleza, antes de tudo, uma dica, sempre teste mais de um criativo para você ver qual está dando melhor. Outro ponto, depois dá uma olhada no conteúdo sobre SexyCanvas (conceito criado pelo Andre Diamand) que o @Cauê Freitas postou. Quando você começa assim "procurando o produto x ideal", você já seleciona e restringi seu público para apenas pessoas do ápice do funil. Recomendo deixar mais aberto! Tente criar novos estilos de copy para testar, como: Apele para a imaginação do seu lead, faça ele se imaginar a vida dele após aquele produto; Mostre que ele realmente está perdendo uma oportunidade; Trabalhe escassez, é um poderoso recurso; Exemplo, vou fazer com a AirFryer da Polishop: Cansado de acordar todos os dias e demorar incontáveis minutos para fazer o seu lanche preferido? Com a exclusiva AirFryer você faz as refeições favoritas economizando muito tempo! Faça já seu pedido!
  20. Este artigo é de meados de 2015, mas acho que cada um de nós consegue absorver um pouco do aprendizado que eles deixaram para, assim, diminuir os nossos erros. Segue o texto: Os 12 maiores empreendedores dos novos tempos Quando Jeff Bezos teve a grande ideia de criar um site para vender livros, ele chamou o seu chefe para compartilhar seus planos durante um passeio no Central Park. Se tivesse estudado os conselhos do patrão, sua ideia poderia ter virado cinza. Em vez disso, 48 horas depois do tal encontro, Bezos largou o emprego e foi investir na Amazon.com, que após 18 anos vale cerca de US$ 80 bilhões e emprega 56.200 pessoas. Além dos bilhões de dólares, a grande ideia de Bezos o colocou no ranking dos principais empreendedores da atualidade, que inclui nomes como Steve Jobs, Bill Gates, Fred Smith e Mark Zuckerberg, entre outros, segundo a revista Fortune. A lista é encabeçada por Steve Jobs, criador da Apple, empresa com valor de mercado de US$ 546 bilhões e que emprega 63,3 mil funcionários. Em segundo lugar aparece Bill Gates, o dono da Microsoft, empresa que vale US$ 273 bilhões e emprega 90 mil funcionários. Confira a lista com os 12 maiores empreendedores dos novos tempos: 1 - Steve Jobs Empresa: Apple Conselho: Rejeitar as pesquisas de mercado e os grupos de foco Steve Jobs é um empreendedor por excelência da nossa geração. Visionário, inspirador e brilhante são alguns dos adjetivos usados para descrevê-lo. Talvez um dos fatos mais impressionantes sobre o co-fundador da Apple era a sua opinião de que a pesquisa de mercado e os grupos de foco só limitavam a capacidade das pessoas de inovar. Questionado sobre se tinha realizado estudos de mercado em relação ao iPad quando este foi lançado, Jobs foi seco: “Nenhum. Não compete aos consumidores saberem o que querem. É difícil para eles (os consumidores) dizerem o que querem se nunca viram nada semelhante a isto”. Em vez disso, foi sua intuição que o guiou nas pesquisas de tecnologias emergentes e o fez lançar os produtos de sucesso da Apple, desde o Macintosh, passando pelo iPod, iTunes, iPhone e, por último, o iPad. Sem nunca recorrer a pesquisas de mercado. 2 - Bill Gates Empresa: Microsoft Conselho: Encontrar pessoas muitos espertas e criar equipes pequenas Bill Gates é um dos poucos empreendedores que teve a oportunidade de mudar o mundo duas vezes. A primeira, como o geek mais influente do mundo, ao criar os computadores pessoais, e a segunda, ao ajudar a resolver questões de saúde pública e educação, transformando-se no maior filantropo do mundo. Se há uma semelhança entre a forma como ele conduziu a Microsoft e como ele está administrando a Bill & Melinda Gates Foundation como seu co-presidente, é o foco na contratação de pessoas muito inteligentes e colocá-los para trabalhar em pequenas equipes para resolver grandes questões. 3 - Fred Smith Empresa: FedEx Conselho: Confiar nos gerentes Apesar da história de que Fred Smith teve a ideia que originaria o Federal Express durante um teste na Universidade de Yale, foi a sua experiência empreendedora na Guerra do Vietnã que permitiu que vislumbrasse o futuro. Entre 1967 e 1969, Smith serviu em duas comissões, primeiro como líder de pelotão nos fuzileiros e mais tarde como controlador aéreo. A disciplina, treino e liderança foram algo que marcou a vida deste capitão dos fuzileiros. Foi uma experiência profundamente enriquecedora, na qual aprendeu a confiar em seus pares. O conselho para o sucesso da FedEx é a confiança, segundo Smith: “Nós dizemos aos nossos executivos que a chave para o seu sucesso é confiar nos seus gestores, para que eles sejam um exemplo, e para elogiar em público quando alguém fez um bom trabalho. Tudo isto são procedimentos normais nos fuzileiros”. 4 - Jeff Bezos Empresa: Amazon Conselho: Fazer minifugas regularmente Após ignorar os conselhos do seu patrão e de largar o seu trabalho em Nova Iorque para criar seu site de venda de livros, Jeff Bezos atravessou os Estados Unidos de carro até Seattle, atraído pela fama da cidade com mais programadores de software do país. Após o lançamento do Amazon.com, em 1994, a empresa precisou de seis anos para registrar seu primeiro lucro trimestral. Liderar uma empresa com sucesso e com um elevado crescimento pode ser frenético. Um dos maiores problemas, segundo ele, é ter tempo para ser proativo em vez de reativo. Mas Bezos, no final de cada trimestre, resolve esse problema afastando-se da empresa por alguns dias. Estes retiros têm tido um bom efeito, resultando em várias ideias novas e produtos. “Eu me fecho. Não existem as distrações do escritório, como telefones tocando. Isto porque, com um pouco de isolamento, eu começo a ficar mais criativo. Eu passo muito tempo navegando na internet durante estes dois ou três dias e começo a procurar os que os ‘hobbyists’ e os ‘hackers’ estão fazendo. Que tipo de coisas estão acontecendo”, diz Bezos. 5 - Larry Page e Sergey Brion Empresa: Google Conselho: Não poupar gastos na inovação Assim como Paul McCartney, que diz ter sonhado, literalmente, com a melodia de “Yesterday”, um de seus maiores sucessos de todos os tempos, Larry Page relembra a noite de 1996, quando ele tinha 23 anos e sonhou em fazer o download de todo o conteúdo da internet para o computador. “Eu peguei uma caneta e comecei a escrever”, diz o co-fundador e CEO do Google. “Passei a madrugada escrevendo os detalhes e tentando me convencer de que iria dar certo”. E certamente deu. Nos últimos três anos, o Google gastou US$ 11,8 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, e o dinheiro tem servido para manter uma máquina de inovação, que tem levado o Google a dominar o mercado de buscas on-line. O segredo é aplicar a regra 70-20-10, segundo a qual “70% dos colaboradores trabalham nas atividades principais da empresa, cerca de 20% nas áreas adjacentes e na expansão, e os 10% restantes dedicam-se a serem realmente criativos e pensar ‘fora da caixa’, de forma pouco convencional”. 6 - Howard Schultz Empresa: Starbucks Conselho: Sempre desafiar os velhos métodos Nos dias mais sombrios da Grande Recessão, muitos analistas e especialistas de mídia descreveram a Starbucks como uma vítima da mudança de hábitos de consumo. Howard Schultz regressou ao cargo da CEO da empresa em 2008, após um hiato de oito anos, no momento em os lucros e as receitas da empresa haviam despencado. O valor das ações estava tão baixo que o CEO temeu que a empresa tivesse que pedir concordata. A Starburcks é uam marca de ultrapassou fronteiras e, para reverter a situação, Schultz fez o que todos os grandes empreendedores fazem: trouxe disciplina financeira, eficiência e um foco no regresso às origens da empresa. Tal como aconteceu com Steve Jobs na Apple, a volta de Howard Schultz salvou a Starbucks de ser apenas mais uma coadjuvante do mercado. 7 - Mark Zuckerberg Empresa: Facebook Conselho: Seja paranoico O ano de 2012 foi marcante para Mark Zuckerberg: celebrou seu 28º aniversário, tornou sua empresa pública em uma das mais antecipadas ofertas públicas de ações (IPO, em sua sigla em inglês) dos últimos anos, que levantou cerca de US$ 16 bilhões (aproximadamente R$ 32,3 bilhões) e se casou com Priscilla Chan, sua namorada há mais de nove anos. E só se passaram oito anos desde que Zuckerberg lançou a rede social no seu quarto, em Harvard. O seu sucesso poderia ser atribuído a muita sorte e a um bom timing, mas isso seria um grave erro. O que ajudou o Facebook a tornar-se a rede social dominante é um gênio empreendedor obsessivo que adotou o lema de Andy Grove, da Intel, outra lenda do Vale do Silício, que acredita que só os paranóicos sobrevivem. 8 - John Mackey Empresa: Whole Foods Conselho: Os propósitos inspiram as pessoas Em 1978, John Mackey e a namorada Renee Lawson abriram a sua primeira loja de comida vegetariana em Austin, no Texas. Eles tinham ambições modestas: ganhar a vida, se divertir e ajudar algumas pessoas a ter uma vida mais saudável, comendo melhor. Mais de 30 anos depois, a empresa tem mais de 300 supermercados e mais de 56 mil funcionários ou “membros da equipe”, como prefere chamar. Qual o segredo do sucesso? Entre os seis princípios fundamentais da empresa estão o compromisso para vender produtos orgânicos e naturais com a maior qualidade, satisfazer e deliciar os clientes e promover a sustentabilidade ambiental. Muitas empresas também têm princípios, mas que não passam de frases soltas colocadas num cartaz na parede, costuma alertar Mackey. 9 - Herb Kelleher Empresa: Southwest Airlines Conselho: Os funcionários vêm em primeiro lugar Quando Herb Kelleher fez um teste de aptidão na Wesleyan University, onde se formou em inglês, foi informado que três carreiras eram adequadas a seu perfil: jornalista, editor ou advogado. Kelleher optou pela advocacia, o que de certa forma foi uma boa escolha. Levaria cinco longos anos de litígio com seus concorrentes, muitas vezes tortuosos, para deixar a Southwest Airlines fora dos tribunais e operando. Kelleher lançou a sua companhia aérea de baixo custo em 1971. Numa indústria marcada por muitas falências e fusões, 2011 foi o 39º ano consecutivo em que a companhia teve lucros, algo inédito na história da aviação norte-americana e mundial. “Anos atrás, as escolas de gestão perguntavam: ‘Quem vem em primeiro lugar? Os seus empregados, seus accionistas, ou seus clientes?’ Mas isto não é um enigma. Os funcionários vêm em primeiro lugar. Se você tratar bem seus empregados, advinha? Seus clientes voltam a te procurar, o que deixa os acionistas felizes. Comece com os funcionários que o resto vem a reboque”, afirma. 10. Narayana Murthy Empresa: Infosys Conselho: Sacrifícios hoje, recompensa amanhã Em 1974, Narayana Murthy era um engenheiro de esquerda, que aos 28 anos retornava da França para sua casa, na Índia. Durante sua viagem de trem, iniciou uma conversa com um dos passageiros “sobre as agruras de viver em um país da Cortina de Ferro”. Ele conta: “Fomos interrompidos por alguns policiais que pensavam que estávamos criticando o governo comunista da Bulgária.” Murthy foi arrastado para fora do trem e ficou detido por 72 horas numa sala, sem comida ou água, e depois jogado em outro trem rumo a Istambul. O tratamento que recebeu fez Murthy esquecer qualquer afinidade com a esquerda e acabaria ajudando a torná-lo um dos capitalistas mais bem sucedidas do mundo. Se era para ele ser um reformador, que fosse através de um sistema rejeitado pelos comunistas. Murthy provou que a Índia pode competir com o resto do mundo ao se dedicar ao desenvolvimento de software, algo tido como um trabalho de empresas ocidentais. Como um dos seis co-fundadores da Infosys e CEO durante 21 anos, Murthy ajudou a desenvolver a revolução do outsourcing, que trouxe milhões de dólares em riqueza para a economia indiana. A sua lição mais importante: uma organização que começa do zero deve desenvolver-se a partir de um núcleo de pessoas com um sistema de valores bem presente. “É tudo baseado no sacrífico, trabalho árduo, muita frustração, estar longe da família, na esperança de que algum dia sejamos recompensados por isso”. 11 – Sam Walton Empresa: Wal-Mart Conselho: Dar às pessoas o que elas querem Em 1984, Sam Walton, um senhor de 66 anos de idade, colocou uma saia feita de grama e dançou o hula em plena Wall Street, em pagamento a uma aposta que perdeu sobre as margens de lucro do Wal-Mart. “A maioria das pessoas provavelmente pensou que nós tínhamos um presidente maluco que estava se aproveitando de um golpe de publicidade bastante primitivo. O que elas não percebem é que esse tipo de coisa acontece o tempo todo no Wal-Mart”, Walton escreveria mais tarde em sua biografia (Sam Walton: Made in America, co-autoria de Time Inc). O sucesso desta empresa resume-se a vender bens ao menor preço, o que foi possível ao afastar os intermediários para negociar diretamente com os produtores, reduzindo assim os custos. A ideia de “comprar em baixa, disponibilizar os bens e vender barato” tornou-se um modelo de negócio sustentável em parte porque Walton e David Glass, o seu sucessor, investiram fortemente em um software que permite seguir o comportamento do consumidor em tempo real, graças aos códigos de barras que passam nas caixas do Wal-Mart. A partir daí, a empresa partilhou os dados em tempo real com os fornecedores para criar parcerias que permitiram que o Wal-Mart exercesse pressão significativa nos fabricantes para melhorar a sua produtividade para que se tornasse mais eficiente. A influência da rede de supermecados cresceu, assim como o seu poder para praticamente ditar o preço, o volume, a entrega, a embalagem e a qualidade de muitos dos seus produtos. Walton transformou a relação cliente-varejista por completo. 12 - Muhammad Yunus Empresa: Grameen Bank Conselho: Os pequenos presentes podem ter grandes impactos No início dos anos de 1970, Muhammad Yunus estava ensinando a teoria econômica para os alunos em uma sala de universidade, em Bangladesh. Mas, fora do campus da Universidade de Chittagong, tudo o que ele via era fome e pobreza. Seu desejo de fazer algo para ajudar os cidadãos locais o levou a um gesto simples, mas poderoso: Yunus emprestou US$ 27 para cesteiros carentes de uma vila próxima ao campus da universidade. Ele não acreditou no entusiasmo que a pequena quantia de dinheiro causou. Para as pessoas que viviam com alguns centavos por dia, poucos dólares conseguiu transformar suas vidas. O presente foi utilizado para expandir essas microempresas, e, em muitos casos, superar a pobreza. Em 1983, Yunus fundou o Grameen Bank, instituição que ajudou a espalhar o conceito de microcrédito. Quando venceu o Prêmio Nobel, em 2006, o Grameen Bank tinha efetuado empréstimos a 7 milhões de pessoas em 73 mil aldeias de Bangladesh. Com suas ações, ele ajudou a criar um movimento global favorável ao microempréstimo. O modelo de Graeeen Bank foi aplicado em mais de 100 países e tem ajudado milhões de pessoas. Apesar do banco não ter erradicado a pobreza, tem ajudado muitas vidas. A ideia de Yunus tem servido de inspiração para milhões de jovens em todo o mundo que se dedicam às causas sociais. Artigo retirado do jornal O Globo com informações da Fortune
  21. Bruno2210

    Criativo

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  22. Apolo Santos

    Criativo

    Então @Bruno2210, quanto à copy isso varia muito do que você está vendendo e como você está vendendo. Aqui no próprio site temos vários artigos que com certeza vão te ajudar, já deu uma olhada? Se quiser, posta ai alguma copy que você está usando que podemos ver como te ajudar! Mas uma dica: use gatilhos mentais. Escassez, curiosidade e perda são gatilhos que captam bastante o seu lead,
  23. Bruno2210

    Criativo

    Fala galera, boa tarde! então, tou testando um produto esses dias, teve 1 venda até agora, mas creio que meu CTR tá bem baixo (0,89) 14k de alcance com 321 cliques, queria saber como poso melhorar essa conversão dos cliques, como posso escrever uma copy melhor, etc.
  24. Bruno2210

    Pedidos

    Recomenda pagar por Boleto ou por cartão ?
  25. Apolo Santos

    Pedidos

    Boa noite Bruno, recomendo você colocar o seu CPF e não o dos clientes para evitar possíveis futuros problemas judiciais!
  26. Bruno2210

    Pedidos

    Fala galera! Então, tou iniciando no Drop, fiz minha primeira venda hoje, ainda não tenho MEI ou Simples aberto, então vou começar com o CPF, gostaria de saber como devo realizar o pagamento dos pedidos no aliexpress, se devo colocar CPF do cliente ou não, etc. como devo prosseguir.
  27. Bom dia prezados membros da AprendaDrop. Eu estava dando uma estudada em alguns conteúdos sobre Customer Service e achei esse artigo durante minhas buscas. Li e recomendo a leitura por todos! Segue ele na íntegra. Já percebeu como o comportamento do consumidor brasileiro mudou ao longo dos anos? Desde a expansão da internet nos anos 90, as pessoas buscam mais informações sobre os produtos que desejam comprar. Redes sociais, blogs pessoais, tutoriais e vídeos são apenas alguns dos recursos que os consumidores usam tanto para formar opinião quanto para recomendar as melhores marcas. Diante desse fenômeno, é fundamental que as empresas invistam em ferramentas que fortaleçam o relacionamento com o cliente. Por isso, neste post vamos mostrar a você os principais instrumentos tecnológicos que ajudam a criar um vínculo mais próximo e firme com os consumidores, facilitando a atração e a fidelização do público. Confira! CRM CRM (Customer Relationship Management) é uma estratégia que coloca o cliente como o centro do negócio. Seu objetivo é gerenciar o relacionamento com o consumidor por meio da coleta e análise de dados. Para realizar esse processo com maior eficiência, muitas empresas utilizam softwares de gestão integrada conhecidos como sistemas CRM. Eles auxiliam no gerenciamento desse montante de informações. Ao analisar e cruzar os dados, a imobiliária consegue implementar ações para atrair e fidelizar clientes. E-mail marketing Durante muitos anos, as empresas encaravam e-mail marketing como uma ferramenta de publicidade direta, o que passou a ser recebido negativamente pelo público. No entanto, essa estratégia evoluiu e se tornou uma das principais ferramentas para aprimorar o relacionamento com o cliente, em especial pela proximidade que proporciona na relação com o usuário. Por meio dele, a imobiliária pode enviar conteúdos e ofertas personalizadas, e dar dicas sobre imóveis já comprados, deixando a comunicação sempre aberta. Data mining O data mining significa mineração de dados e refere-se à organização das informações produzidas pela empresa a fim de analisá-las e identificar padrões. Esses registros poderão ser usados para aprimorar o relacionamento com o cliente. Por exemplo, por meio de técnicas de data mining, a imobiliária pode descobrir quais são as tendências de venda em dias da semana específicos, as características dos produtos vendidos e os fatores que contribuíram para essa venda. A partir desses dados, poderá criar promoções, campanhas de marketing, entre outros. Multiplicidade de canais de atendimento Já ouviu falar em omni-channel? Trata-se de uma tendência que buscar integrar todos os canais de atendimento possíveis. A ideia é deixar o cliente escolher como ele quer se comunicar com a empresa, dando a ele maior liberdade. O foco aqui é dar prioridade à boa experiência do consumidor por lhe fornecer uma multiplicidade de canais de interação: e-mail, redes sociais, chat, telefone ou pessoalmente. Redes sociais A presença nas redes sociais tem se tornado quase obrigatória para as empresas. Afinal, é ali que os consumidores opinam e trocam informações sobre os produtos e as marcas que consomem. Um exemplo de sucesso no uso dessa ferramenta é o Nubank, uma operadora de cartão de crédito. Essa nova empresa precisava divulgar seus serviços e explicar o funcionamento do aplicativo, já que era uma proposta bem diferente do que era visto no mercado brasileiro. Por meio das redes sociais, como Facebook e YouTube, a companhia passou a atender não só a novos usuários, mas também pôde fornecer um suporte rápido e eficiente àqueles que já são seus clientes. Todas essas ferramentas são valiosíssimas para auxiliar a empresa na implantação de estratégias que fortaleçam o relacionamento com o cliente, o que vai garantir o fechamento das vendas e a fidelização do seu público. E você? Conhece outros recursos úteis na interação da empresa com seus usuários? Não deixe de compartilhar conosco nos comentários! Créditos totais ao site ingaia.com.br pelo artigo!
  28. Podemos pensar ranks até mais descontraídos também! Temos que definir entre 5 e 10 ranks, por exemplo, um dos ranks mais foda pode ser "Lobo de Wall Street", não precisa ser algo necessariamente muito formal!
  29. Inclua pessoas que saibam um pouco de Marketing ou que entendam mais sobre essa área, meio que acrescentando eles no seu mercado , se puder incluir esse tipo de pessoa, o seu nicho será bem mais variante :D. Talvez algo relacionado a mercado financeiro seria ótimo ;D um abraçao! seu site é fera
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