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  1. O que é o topo de funil? O topo de funil, ou fase de atração, é a primeira etapa do funil de vendas, que também é composto pelo meio e fundo. Ele é considerado como a fase de conscientização, uma vez que esse público já identificou que possui um problema, mas ainda não sabe como resolvê-lo e, por isso, não está pronto para iniciar a transação comercial. Trata-se da parte mais larga do funil, no qual você recebe o maior número de visitantes e tráfego orgânico. Esse despertar é essencial para o seu negócio, afinal de contas ninguém compra nada sem ter um motivo, não é verdade? Nesse caso, o topo de funil é o espaço de educar potenciais compradores tornando-os clientes fiéis da sua marca. Aqui, você vai atrair uma grande quantidade de pessoas que podem descobrir que o seu produto ou serviço pode ser exatamente o que eles estavam procurando. Logo, pode-se ver o quão importante é a parte mais larga do funil, concorda? Qual a importância do topo de funil de vendas? Já foi dito que o topo é o lugar onde as pessoas são atraídas, ou seja, o ponto de partida de qualquer negócio. Logo, podemos destacar alguns pontos importantes sobre o topo de funil de vendas: Primeiro contato Como já foi muito falado, a parte de cima do funil é onde as pessoas entram em contato pela primeira vez com a sua empresa. Por esse motivo, é bom lembrar do antigo ditado: “A primeira impressão é a que fica.“ Muitas vezes (para não falar todas as vezes) um ótimo contato inicial desperta a curiosidade da pessoa para conhecer mais sobre a empresa e a solução que ela tem, atraindo novas perspectivas para o consumidor. Realiza descobertas Quando você desperta a curiosidade das pessoas, você consegue que elas pensem em problemas que antes ignoravam e comecem a procurar soluções para eles. A partir do momento que os consumidores começam a perceber que há um problema, elas terão mais interesse em se educarem para resolver essa questão. Educa os usuários sobre um novo assunto Uma vez que as pessoas descobrem algum tipo de problema, automaticamente elas têm o interesse em saber mais sobre o novo assunto. Inicialmente, elas não têm nenhum tipo de contato ou material para ler. O topo de funil é a porta de entrada que vai determinar se aquilo que ela procura resolve seus problemas. Por isso, é imprescindível ter conteúdo adequado e de valor que eduque seu público e ofereça soluções para suas demandas. Como criar conteúdo para o topo de funil? Para ter um ótimo conteúdo no topo de funil, você deve seguir as seguintes dicas: O conteúdo deve ser de fácil acesso O conteúdo do topo de funil tem que fazer com que a persona da sua marca descubra que tem um problema que deve ser resolvido. Por isso, é essencial que todo o seu conteúdo inicial seja de fácil acesso, pois a ideia da parte de cima é receber um grande volume de pessoas curiosas, que não conhecem muito sobre um determinado assunto. Logo, o material disponibilizado deve ser encontrado facilmente e todas as informações devem ser claras e objetivas. Clareza e objetividade O material deve ser claro e objetivo, isto é, não pode ter informações exageradas, pois certamente as pessoas ficarão confusas sobre o que está sendo escrito e desistirão de procurar mais sobre sua marca. No primeiro momento do ciclo de vendas as pessoas apenas têm curiosidade sobre um assunto e não têm interesse de comprar. Por isso evite vender, divulgando diretamente seus produtos e sua empresa no conteúdo que você está disponibilizando. Jamais cite sua empresa Uma dica importante é nunca citar diretamente sua empresa nesse conteúdo de topo de funil. Na verdade, no topo de funil nem se sabe se quem acessou vai de fato despertar interesse nos seus serviços. Se fizer qualquer menção à companhia, o usuário vai achar que é propaganda e desistirá de ler mais sobre seu conteúdo. Mais uma vez, a ideia é despertar a curiosidade de quem visita e gerar leads qualificadas, utilizando ferramentas apropriadas para este objetivo. Use ferramentas para gerar leads qualificados Um conteúdo de qualidade significa maior geração de leads qualificadas, ou seja, de usuários que têm grandes chances de fecharem uma venda. Para isso, é fundamental contar com as melhores ferramentas para o topo de funil, que são: Redes Sociais A ideia do topo de funil é aumentar o tráfego de visitantes. Logo, as mídias sociais, tais como Facebook, Twitter, Instagram, dentre outros é uma ótima chance para despertar a curiosidade dos potenciais clientes. Utilize imagens e um visual que chame a atenção dos usuários e faça chamadas para assuntos relevantes que estão contidos nos posts de blogs. Post de blogs O post em blog é o primeiro contato do cliente sobre um determinado tema que, potencialmente, pode se tornar uma demanda para ele. Os textos devem ser de fácil acesso para qualquer visitante e as informações neles contidos devem despertar a curiosidade do leitor de saber mais sobre o assunto. Newsletters Newsletters são mais uma forma de difundir o seu conteúdo. Elas possibilitam uma comunicação direta com o cliente de forma regular e periódica. Em geral são enviados conteúdos específicos sobre um ou mais assuntos para que o consumidor tenha mais interesse sobre a solução de um problema e avance para a próxima etapa do funil. O topo de funil é onde você conquista suas metas Com todas as informações ditas ao longo deste post, deu para ver como é importante o topo de funil de vendas, não é mesmo? O Marketing de Conteúdo é fundamental para que sua empresa prospere, fidelizando clientes e atraindo novos consumidores. Dica: Inbound e Outbound Marketing: O que é e como aplicar ao seu negócio! E você, o que acha do topo de funil? Qual conteúdo você utiliza? Compartilhe com a gente nos comentários! Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  2. O que é cashback Você já deve ter ouvido que é mais caro conquistar um novo cliente do que manter os seus atuais. Logo, a máxima de que inovar é preciso, não é mais novidade no mundo dos negócios. Por isso, programas de fidelização e de benefícios para os consumidores são cada vez mais utilizados, principalmente em e-commerces. A todo instante, novas plataformas, aplicativos, métodos e metodologias se tornam ainda mais populares com o objetivo de tornar empresas e negócios mais atrativos aos olhos do consumidor. Entre essas práticas está o cashback. Cashback é um termo em inglês que traduzido significa algo como dinheiro de volta. Ou seja, quando o cliente faz uma compra em uma loja que oferece um programa de cashback, ele recebe de volta uma parte do dinheiro gasto. Esse tipo de programa de recompensa já é muito popular nos Estados Unidos e no Reino Unido, sendo utilizado, principalmente, por empresas de cartão de crédito. É possível que você esteja se perguntando: “mas onde o cashback surgiu?”. O modelo foi criado em 1998 pela empresa norte-americana Ebates. Logo no lançamento, ela tinha em seu portfólio 40 lojas online parceiras que ofereciam até 25% do dinheiro de volta. Já por aqui, o modelo de cashback demorou a chegar, visto que a estratégia de recompensa começou a ser utilizada apenas em 2007. Desde então, o segmento cresceu muito. De acordo com o Sebrae, em 2019, o Brasil tem cerca de 6,4 milhões de estabelecimentos que estão cadastrados em programas de cashback. Uma movimentação e tanto para a economia, não acha? Como funciona o cashback A execução dessa estratégia é bem parecida com programas de pontos oferecidos por muitas empresas do varejo, sendo que sua operação acontece por meio de intermediárias entre a loja e o consumidor. Para entender como acontece na prática, utilizaremos um exemplo. Vamos imaginar que você tenha uma loja online de acessórios para computadores e queira oferecer o programa de cashback aos seus clientes. O primeiro passo para isso é buscar uma empresa para intermediar essas transações de devolução de dinheiro. Por outro lado, o seu cliente tem que estar cadastrado na plataforma dessa sua empresa parceira para usufruir os benefícios. Assim, quando ele começar a fazer compras, acumulará dinheiro em uma conta virtual. A recompensa oferecida pelo seu estabelecimento é você quem define, podendo variar de 1% a 50%. Para fazer o resgate do dinheiro, há duas possibilidades. O cliente pode usar sites e aplicativos que o direcionarão para as lojas associadas, ou ir até uma loja física e solicitar o benefício do cashback no local. Sobre o funcionamento, é interessante ressaltar alguns pontos importantes. Normalmente, a identificação do cliente que faz parte do programa de cashback é feito por meio da apresentação do CPF ou do número de telefone no momento da compra. Para ser parceiro de uma empresa de cashback é preciso repassar uma comissão para ela, sendo que esse valor será dividido com o consumidor. É dessa forma que essas plataformas intermediadoras ganham dinheiro. Além disso, é essencial saber que os bônus gerados pelo cliente em seu estabelecimento podem ser utilizados em outras lojas, sendo elas do mesmo segmento ou não. Da mesma forma, o dinheiro originado de compras em outras lojas pode ser trocado por cashback na sua empresa. Vantagens do cashback Os benefícios para o consumidor final são bem claros e palpáveis. Mas a empresa que oferece o cashback aos seus clientes também usufrui diversas vantagens. Separei algumas delas para você a seguir. Confira! Maior visibilidade da sua loja O cashback pode ser uma estratégia de divulgação da sua loja. Afinal, é uma forma de mostrar àqueles que ainda não conhecem o seu negócio, os benefícios de se tornarem seus clientes. Além disso, estimula os consumidores a falarem para amigos e familiares sobre a sua marca. Outro ponto importante é que normalmente as plataformas de cashback divulgam as lojas parceiras. Por emails ou notificações push, por exemplo, os usuários de determinada plataforma passam a saber que você também oferece esse benefício. Aumento da base de clientes Essa vantagem está diretamente relacionada à maior visibilidade. Afinal, a tendência é que quanto mais pessoas conhecem a sua loja, mais clientes você terá na sua base. Isso acontece não só por conta das divulgações feitas pela plataforma de cashback que você utiliza, mas também porque as pessoas tendem a escolher aquela loja ou marca que oferece mais benefícios. Isso é extremamente importante diante da competitividade do mercado. Mais vendas Clientes felizes com uma marca tendem a consumir mais. O programa de cashback é uma forma de melhorar a satisfação dos seus clientes, fazendo com que comprem mais no seu estabelecimento ou e-commerce. O usuário cadastrado em programas de cashback logo perceberá que, quanto mais ele compra, mais ganha. Isso significa que ele tende a gastar mais, a fim de receber mais benefícios como recompensa. Maior entendimento sobre o cliente Quando o usuário faz o cadastro em uma plataforma de cashback, ele precisa fornecer diversas informações. Logo, ao fazer uma parceria com alguma dessas empresas, você terá acesso a dados do seu cliente. Além disso, é possível rastrear melhor o comportamento de consumo dos seus clientes. Afinal, eles vão se identificar sempre que fizerem uma compra na sua loja para receberem o benefício. Você também ganha com isso, visto que, com a análise desses dados, é possível realizar ações promocionais cada vez mais efetivas, uma vez que você conhecerá os interesses e as necessidades do público. Geração de confiança O uso de aplicativos e plugins para navegadores web permite que o cliente acompanhe o extrato de seus benefícios. Ou seja, ele pode saber exatamente quanto está recebendo ao efetuar uma compra na sua loja, ou quanto está utilizando das recompensas recebidas. Isso gera confiança por parte do consumidor e o motivo é simples: você é visto como uma empresa que preza pela transparência das transações realizadas. Fidelização de clientes É muito importante dizer que o programa de cashback não é uma estratégia de fidelização de clientes, mas sim uma ação de recompensa para os consumidores. Contudo, o fato de você fornecer benefícios ao público faz com que ele seja fiel à sua marca, pois sabe que vai ser recompensado em todas as compras. A fidelização acontece pois o cashback é um diferencial competitivo da sua empresa, além de fornecer uma vantagem clara e simples ao consumidor final. Plataformas de cashback Agora que você já sabe como funciona o cashback e quais são suas vantagens, é interessante conhecer empresas que trabalham com esse tipo de recompensa. Na hora de escolher o seu parceiro, é importante entender as peculiaridades e as necessidades do seu negócio e de seus consumidores. Méliuz A Méliuz é uma plataforma que oferece cashback por meio de transferência bancária. Ela é conhecida por sua atuação nos principais e-commerces do Brasil, onde começou seu negócio. Contudo, atualmente já é parceiro de lojas físicas nas principais capitais do país — São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. As recompensas variam de 1% a 150% do preço do produto. Além do cashback, a Méliuz fornece aos seus usuários cupons de desconto. Importante: os consumidores podem fazer o resgate após somarem R$ 20. Beblue O Beblue tem algumas particularidades que devem ser analisadas antes de sua adoção. O usuário deve pagar uma taxa de adesão de R$1,99, que é descontada do seu saldo de cashback. Além disso, quando não utilizado por cem dias, é cobrado uma taxa de inatividade no valor de R$19,90. O cashback da Beblue pode ser usado apenas para fazer compras nas lojas parceiras. Contudo, há a vantagem de transferir cashback para amigos que também tenham cadastro na plataforma. As recompensas variam entre 2% e 200% do valor do produto nas lojas físicas cadastradas. O vendedor fará a identificação do usuário por meio do CPF digitado na máquina de cartão convencional usada no estabelecimento. Mooba O Mooba é a iniciativa de cashback do grupo Reclame Aqui. Seus parceiros são somente lojas online e recompensam o consumidor entre 0,5% e 7%. A forma de devolução também é via transferência bancária. O Mooba funciona a partir de uma extensão no browser, em que o usuário recebe um alerta toda vez que visita uma loja parceira, sendo que as promoções também ficam disponíveis no site da Mooba. A estratégia de cashback está se tornando cada dia mais popular entre usuários e empresários brasileiros. Embora ainda esteja muito associada à venda de produtos, uma tendência é que os programas de recompensa se tornem mais comuns na comercialização de serviços. Além disso, o programa deve utilizar, em breve, outros benefícios para recompensar os usuários, e não apenas o dinheiro de volta. Afinal, cashback acabou por se tornar uma modalidade. De forma resumida, se você busca uma maneira de recompensar o cliente por escolher a sua marca e fornecer benefícios a ele, com certeza o cashback é uma excelente opção. Porém, não se esqueça de analisar as necessidades da sua empresa e os interesses e o perfil do seu consumidor antes de sair executando a estratégia. Veja mais Gostou desse conteúdo sobre cashback? Então continue no fórum e leia mais! Dica: 7 dicas para aumentar as vendas do seu e-commerce Dica: 5 estratégias de marketing digital para sua empresa começar a investir! Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  3. Conheça as principais formas de potencializar as vendas do e-commerce e entenda os motivos pelos quais é preciso investir também em outras áreas de conhecimento, como Inbound Marketing e redes sociais. O processo de otimização das vendas do e-commerce é uma tarefa desafiadora, mas necessária para o sucesso de qualquer negócio. Não adianta investir em um bom site, criar anúncios, gerar bons números de tráfego e depois apenas esperar pelo dinheiro. É preciso seguir uma linha de raciocínio segmentada! Só assim o site vai alcançar o perfil correto de comprador, ou seja, quem cria interesse genuíno ao encontrar seu conteúdo. São justamente essas pessoas que se transformam em clientes. Criei um conteúdo completo para que você desenvolva o plano de vendas ideal e faça com que o pesadelo do “abandono de carrinho” seja cada vez mais raro. 1. Invista em SEO Bons números de tráfego são sempre bem-vindos, mas quando não existe um processo de qualificação, podem não adiantar muita coisa. Pense em um e-commerce de sapatos. As taxas mensais de acesso chegam a 50.000, mas apenas 15 pessoas de fato compraram algum produto. Para você, este número é satisfatório? Ao mesmo tempo, a concorrência conta com números mais tímidos, com tráfego de 10.000 visitas. O investimento em estratégias específicas, no entanto, fez com que no último mês 800 pessoas finalizassem a compra. Uma das principais diferenças entre os dois exemplos é que o segundo deles, mesmo com um tráfego menor, sabe qualificar as pessoas que chegam até o site. O SEO é uma das melhores formas de colocar a ação em prática. Otimizar todas as páginas para os mecanismos de busca faz com que um produto seja encontrado mais rápido e de forma mais eficiente. Pense em quantas pessoas gostariam de comprar um sapato (nada muito específico) e chegaram até a segunda página do Google buscando por alternativas. Difícil, não é? Um bom posicionamento aumenta a sensação de confiança e segurança em relação à loja, principalmente caso o usuário ainda não conheça o seu negócio. Para que isso aconteça, existem alguns pontos que merecem atenção: Tamanho do conteúdo; Uso de palavras-chave; Estratégia de linkagem; Título interno e SEO title. Dica: SEO: O que é e como aplicar a sua loja! 2. Não se esqueça do conteúdo visual Uma das principais diferenças do e-commerce para as lojas físicas é a impossibilidade de ver o produto ao vivo. Seja um sapato, um chuveiro, um carro ou um apartamento, lembre-se sempre que o comprador vai se basear no conteúdo visual do site. Ou seja, pouca quantidade de fotos, qualidade ruim, edição exagerada e outros fatores técnicos podem destruir qualquer experiência de compra. Ofereça conteúdo visual suficiente para que as pessoas consigam ter a noção mais próxima da realidade. Também é importante lembrar que cada nicho tem suas especificidades. Fotografias imobiliárias não seguem a mesma linha de raciocínio de fotografias de produtos do varejo, por exemplo. Outra dica legal é adicionar recursos como zoom, imagens em 360° e panorâmicas, novamente levando em conta qual produto estará exposto. 3. Destaque avaliações de outros compradores A experiência do cliente é potencializada quando vendas são humanizadas. Destacar depoimentos e avaliações de outros compradores mostra as implicações práticas daquele produto em diversas realidades, cenários e perfis diferentes. Coloque-se no lugar das pessoas. Se você entra em um e-commerce e busca por “secador de cabelo”, encontrando uma opção sem nenhuma avaliação e outra com 50, qual das duas escolheria? É importante investir no recurso mesmo quando existem comentários negativos. A melhor forma de lidar com eles é sempre com muita atenção, buscando entender de verdade o que pode ter acontecido naquele cenário específico e apresentando propostas de melhoria quando for o caso. Acredite: o processo de confiança será construído de forma muito positiva! Dica: Caso você tenha uma loja no shopify um app para adicionar/importar avaliações bem interessante é o Product Reviews. Assista abaixo um tutorial mostrando como instala-lo e começar a utiliza-lo: 4. Trabalhe em conjunto com as redes sociais Um canal nas redes sociais (quando bem trabalhado, obviamente) pode se transformar em um dos principais aliados nas estratégias de divulgação e conversão da marca. A edição de 2019 da Social Media Trends apontou dados importantes sobre o assunto: 96,2% das empresas estão presentes nas redes sociais; 62,6% consideram que elas têm um papel muito importante para as empresas; 42,1% já têm mais de 3 anos de uso. No entanto, não adianta criar uma página no Instagram apenas para “marcar presença”: lembra-se do fator confiança? Como você se sentiria ao buscar pelo perfil de um e-commerce e ver que se trata de uma “página fantasma”, sem atividades e interações por meses? Para não reproduzir a experiência negativa, escolha a rede social que faz mais sentido para o seu negócio e invista em um calendário de conteúdo conciso, periódico e segmentado. Atualmente, as principais plataformas contam com um bom suporte para marcas, oferecendo análises e ferramentas de gerenciamento muito simples de usar. Outro ponto importante da estratégia é a construção do reconhecimento de marca. Lembre-se do clichê “quem não é visto não é lembrado” e invista em conteúdo relevante capaz de gerar posicionamento e destaque dentro do seu nicho de atuação. Você também pode se interessar por estes outros conteúdos! 1ª Dica: Aprenda como aumentar suas vendas utilizando o Instagram 2ª Dica: SexyCanvas: O que é e como acelerar as vendas! 5. Priorize atenção e agilidade Se alguém está comprando um celular no shopping e tem uma dúvida, é muito simples: é só chamar um vendedor. No caso do e-commerce, porém, aquela pessoa não existe. Compras podem ser feitas às 03 da manhã ou ao meio dia, e as dúvidas também não têm hora de chegada. Por isso, é importante priorizar pela agilidade: não deixe o cliente esperando por longas horas ou até mesmo dias. No espaço de tempo entre o envio da dúvida e a resposta, tenha em mente que aquela pessoa pode se interessar por outras lojas ou até mesmo perder o interesse da compra. Responda sempre com muita atenção e cuidado, além de se certificar que todas as questões foram solucionadas: com isso, a insatisfação na hora que o produto chegar vai ser muito menor. O comportamento do público em uma era de alta informatização mudou muito e em meio a várias ações para melhorar as taxas de encantamento, a humanização da marca é uma das principais. Promova um diálogo em que a marca mostra que se importa de verdade com as dores do cliente. 6. Capriche no pós-venda Um dos maiores erros de qualquer vendedor é “abandonar” o cliente depois da venda. Imagine quantas pessoas têm uma experiência positiva e mesmo que ainda não pensem em fazer novas compras, podem vir a fazê-las muito em breve! Por isso, investir em um acompanhamento pós-venda é fundamental. Estratégias de e-mail marketing são ótimas aliadas para fidelizar uma pessoa e entregar aquele conteúdo especial de forma periódica. Assim, além de não se esquecer da sua marca, o usuário não vai perder nenhuma novidade! Um outro ponto importante é criar canais de retorno e estimular o cliente a responder. Por exemplo: caso ele preencha o campo de feedback, dê um cupom de 5% de desconto na próxima compra. Ter as informações pode ser fundamental na hora de otimizar o site, produtos e outros fatores essenciais que aumentem as vendas do e-commerce. 7. Crie estratégias de Inbound Marketing Já falei sobre o SEO no início do post, mas além de otimizar a página do e-commerce, existem ações de Inbound Marketing que podem potencializar ainda mais o seu negócio. Para valorizar a importância da estratégia, pense que estamos em meio à mudanças radicais e muito rápidas no comportamento online de usuários. Quando a prática de investir em anúncio pago na internet começou, o encantamento era grande. Afinal, pense na surpresa de ver o Facebook anunciando aqueles pares de tênis da moda justamente depois de você ter feito uma pesquisa no Google! Agora, com maior nível de conhecimento (e certa maldade) muitos usuários já não caem mais na história. Bloqueadores de anúncio se tornaram realidade e são capazes de ocultar toda a estratégia investida por marcas ao redor do mundo. Com o inbound, você não precisará criar a sensação de que o seu produto foi entregue de forma forçada para o público. É justamente o consumidor quem levantará a necessidade de fazer a compra, buscando por soluções online e eventualmente encontrando a sua página. Desenvolver o Inbound não anula a necessidade de investir em mídia paga. Principalmente nas redes sociais (em que o alcance orgânico de marcas cai gradativamente), será preciso dar a devida atenção em impulsionamento de conteúdo. O que vai acontecer é que a sua marca terá autoridade suficiente para investir menos dinheiro em mídia paga, já que será encontrada com maior facilidade. É importante ressaltar que as estratégias devem ser aplicadas durante todo o processo de gestão de um e-commerce. Além disso, elas são resultado de uma construção contínua. Não abandone as ações quando achar que não estão dando resultado ou quando estão dando demais. Um outro ponto de atenção é que, na maioria das vezes, não adianta fazer uma ou outra ação separadamente: elas funcionam muito bem em conjunto, mas, sozinhas podem não ter a força necessária para impulsionar a sua marca de forma esperada. Construa a sua estratégia com base em muito estudo, planejamento e trabalho em equipe. Será apenas questão de tempo até que os resultados positivos se tornem realidade. 1ª Dica: Inbound e Outbound Marketing: O que é e como aplicar ao seu negócio! 2ª Dica: Marketing de Conteúdo: Como gerar tráfego SEM GASTAR NADA!
  4. O que é Growth Hacking Se você tem estudado sobre Marketing Digital, Empreendedorismo ou Start-ups, já deve ter encontrado essa expressão Growth Hacking mas, o que é isso? “Growth Hacking é marketing orientado a experimentos.” (Sean Ellis) Sean Ellis inventou o termo growth hacking para descrever o que ele mesmo vinha realizando pelas empresas por onde passava. Ele foi Head de Marketing do LogMeIn, um dos mais conhecidos softwares de acesso remoto do mundo, e o primeiro profissional de Marketing da história do Dropbox, serviço de compartilhamento de arquivos na nuvem. Conhecido por promover crescimento rápido nas startups por onde passava, Sean começou a prestar serviços de consultoria para replicar seus métodos e em 2010, junto com Hiten Shah e Patrick Vlaskovits, passou a usar o termo growth hacking. Ele também fundou e é CEO do portal GrowthHackers.com. Ou seja, ele é a maior autoridade do assunto no mundo inteiro! Em português, growth hacking não tem tradução e por ser uma expressão, é difícil ser literal a respeito de seu significado. Isolando as palavras, seria algo como: Growth – crescimento. Hack – brecha, espaço, corte. Hacking – o ato de encontrar e explorar essas brechas e espaços. Ou seja, encontrar oportunidades/brechas (hacks) para o sucesso e criar estratégias específicas visando resultados rápidos para o crescimento (growth) da empresa. Mas não é só em start-ups ou grandes times de Marketing que o growth hacking tem espaço. Na verdade, essa expressão vem sendo bastante usada nesses meios, mas também tem gerado algumas confusões e às vezes é associada a mitos que atrapalham o entendimento do que é growth hacking e como levá-lo à prática. Por isso, neste artigo reunimos tudo que você precisa saber para entender e aplicar o growth hacking na sua estratégia. Mitos sobre Growth Hacking Como toda novidade, o growth hacking também está sujeito a interpretações erradas do que é e para que serve. separei aqui os três principais mitos ao redor do Growth Hacking e expliquei por que eles estão errados. Growth Hacking é “mágica”? Muitas pessoas associam growth hacking a mágicas como “trocamos a cor do botão e triplicamos a geração de leads”. É possível que isso aconteça? Com certeza. Mas, nenhum resultado dessa magnitude se conquista da noite para o dia, muito menos sem estudar e embasar bem as hipóteses. A abordagem de “tentar de tudo e ver o que funciona” é totalmente contrária ao growth hacking. O growth hacking é uma das formas mais científicas de abordar o Marketing e o crescimento empresarial. Ser científico ajuda a comprovar o mais rápido possível sua hipótese e exatamente por isso, os resultados podem aparecer muito rapidamente, o que dá a aparência de mágica. Porém, na prática, o mais comum é que um conjunto de “pequenos hacks”, somados, garantam crescimentos tão expressivos. Claro, a substituição de cores pode ser um desses pequenos hacks. Mais adiante, vamos abordar o processo de growth hacking na prática e você vai entender por que ele é tão científico. Growth Hacking é antiético? Certamente, a associação com os “hackers” é praticamente instantânea e quando ela ocorre, parece que ao praticar growth hacking, você está infringindo alguma lei ou prejudicando alguém. Porém, não é assim que acontece. Estratégias black hat, na verdade, só prejudicam mais ainda o seu Marketing. A palavra “hack”, como dissemos, tem várias traduções possíveis. A mais indicada, neste caso, é “brecha”, no sentido de atalho. Growth Hacking é encontrar brechas ou atalhos de crescimento rápido. O “hacker” também encontra brechas e atalhos, mas na segurança de aplicações e proteção de dados, o que absolutamente não é e nem deve ser o caso do Growth Hacker. Growth Hacking exige conhecimento de programação? As aplicações de experimentos podem exigir algum conhecimento de programação, em alguns casos, mas isso não é uma regra. Mesmo quando é necessário programar, não precisa ser o próprio Growth Hacker a fazê-lo. Algumas empresas possuem, em seus times de growth, um ou mais programadores para colocar em prática os experimentos selecionados. Para o Growth Hacker, independente de saber ou não programar, é importante possuir um bom conhecimento de tecnologia: possibilidades, novidades e, de maneira geral, como as coisas funcionam. Ainda assim, existem vários growth hacks que não precisam programar. O processo de Growth Hacking na prática O growth hacking é totalmente focado na experimentação, de um modo científico. Embora alguns processos possam variar de empresa para empresa, existe uma sequência básica de como aplicar o growth hacking na prática. Separai a seguir tudo que você precisa saber para começar a aplicar o growth hacking em sua empresa. O Funil do Growth Hacking Da mesma forma que existe um funil de vendas, também existe um funil do growth hacking. Ele foi criado por Dave McClure, que o batizou de “funil do pirata” porque, em inglês, as iniciais formam AARRR (em som semelhante a uma interjeição pirata!). O funil possui 5 estágios: Aquisição (Acquisition), que reúne as práticas para atrair e conquistar um cliente. Ativação (Activation), quando o foco é entregar a primeira boa experiência ao cliente. Retenção (Retention), etapa em que os clientes estão satisfeitos ao ponto de continuar utilizando seu produto. Receita (Revenue), quando os clientes estão gerando faturamento para a empresa (ao invés de usar versões grátis, por exemplo). Indicações (Referral), quando estão chamando amigos e conhecidos para se tornarem clientes também. No geral, as ações de growth hacking são pensadas para otimizar um dos estágios desse funil. Ao contrário do funil de vendas, as etapas do funil de growth hacking não têm uma demarcação clara de território. Ou seja, para alguns produtos e serviços, a retenção e a receita andam juntas: se o cliente continua utilizando, ele continua pagando. Em outros casos, as indicações podem vir antes do cliente estar gerando receita. Mais importante do que olhar os estágios do funil como etapas separadas é saber identificar em quais estágios estão os problemas mais urgentes a serem resolvidos, pois é ali onde você pode começar a aplicar o growth hacking. Geração de ideias A primeira etapa do processo de growth hacking é gerar ideias de práticas para alavancar o crescimento das métricas do Funil de Growth. Existem diversas fontes possíveis de ideias: pesquisas de casos de sucesso, benchmarking de empresas que são referência no mercado, sites dessas empresas, fóruns e grupos do LinkedIn ligados ao seu negócio, apresentações no SlideShare, blogs, entre outros. Depois dessa pesquisa, reúna o time e realize um brainstorming. Sempre anote cada ideia, sem exceção! É muito comum que a primeira ideia não surja em seu formato definitivo. As boas ideias podem ser construídas conforme a contribuição de outras pessoas do time. Se ainda não existe um time de growth hacking, procure fazer esse brainstorming com pessoas de outras áreas que possam ajudar você a pensar. Em último caso, faça sozinho, mas lembre-se de anotar todas as ideias. Depois do brainstorming, agrupe as ideias conforme a parte do funil que elas mais impactam. Isso ajudará na priorização. Tenha sempre um lugar, como um quadro ou um documento compartilhado, para reunir todas as ideias que já surgiram. Seleção de ideias Naturalmente, as ideias ligadas aos objetivos principais da empresa têm certa prioridade. Por exemplo, se as vendas estão baixas, focar na Aquisição será prioritário em relação à Retenção. Ainda assim, para cada estágio do funil o ideal é ter muitas ideias. Para selecionar as ideias que serão priorizadas para serem levadas à prática, podem ser usados diversos critérios. Os três mais indicados são: Custo e/ou complexidade de implementação Probabilidade de sucesso do experimento. Impacto nos resultados da empresa. Idealmente, as ideias mais simples, com maior probabilidade de sucesso e alto impacto nos resultados devem ser as primeiras a serem levadas à prática. Nessa priorização, tome o cuidado de não selecionar mais ideias do que a capacidade do time de implementá-las e acompanhar os resultados. A capacidade do time deve estar implícita no critério “custo ou complexidade de implementação”. Modelagem de experimentos Nesta fase do processo, a ideia vira uma hipótese. Para modelar o experimento que vai comprovar essa hipótese, é imprescindível ter clareza tanto da barreira de crescimento que se quer superar quanto do gatilho que será explorado para isso. Um exemplo prático de hipótese: “Com a redução de 5 para apenas 3 campos a serem preenchidos no formulário, apostamos que as conversões de leads na página aumentarão em 40%.“ É neste momento que toda a parte científica do growth hacking entra em cena. Quais são os campos que serão retirados do formulário? Pretendemos compensar a perda das informações que esses 2 campos continham? Se sim, de que modo? Se não, por que esse experimento vale a pena? Como você pode perceber, esta é a fase das perguntas. Uma das ciências mais utilizadas nesta etapa é a estatística. Para comprovar seu experimento, será necessário um Teste A/B com um grupo de controle? Qual a variação percentual esperada? Por quanto tempo o experimento precisará ficar ativo para atingirmos o tamanho mínimo da amostra? Para ajudar, recomendo utilizar uma Calculadora de Teste A/B. Também é neste momento que são definidas as pessoas envolvidas e as ferramentas que serão utilizadas para o experimento. Se a implementação estiver muito complexa, vale a pena repensar a priorização ou tentar “dividir” o experimento em diferentes fases ou experimentos menores. Pense bem: um experimento com alto custo de implementação, se der errado, resulta em um grande desperdício de tempo e recursos. A ideia por trás do growth hacking é comprovar, da maneira mais rápida possível, a hipótese. Por último, nesta etapa deve ser definido como serão feitas as medições dos resultados. Todas as métricas necessárias já estão sendo obtidas? Tudo já está rastreável ou novas implementações terão de ser realizadas? Realização de experimentos Hora de colocar em prática o experimento, ou seja, aplicar a ideia da maneira como foi planejada. Para experimentos que envolvem programação ou implementações mais complexas, vários growth hackers recomendam optar pelo caminho mais rápido. Com certos limites, uma dose de “gambiarra” é totalmente aceita neste momento! Afinal, o objetivo do experimento é comprovar uma hipótese, e não desenvolver uma solução definitiva e robusta. É muito comum que um experimento comprove a hipótese e sua implementação seja totalmente descartada para, no lugar, desenvolver a solução definitiva. Feita a implementação, é preciso também monitorar a operação e os resultados preliminares. Do ponto de vista operacional, é importante garantir que tudo está sendo executado conforme planejado: pessoas responsáveis, ferramentas em funcionamento etc. Já em relação ao monitoramento dos resultados preliminares, você deve verificar se as medições estão sendo realizadas conforme o esperado. Por exemplo, se você está realizando um experimento com um novo título de Landing Page, por meio de um Teste A/B, você pode monitorar se: As amostras estão bem distribuídas entre o grupo A e o grupo B? A quantidade de visitas à Landing Page garante que será atingindo o tamanho mínimo da amostra no tempo dedicado ao experimento? A taxa de conversão do novo título está se movendo? Sobre essa última pergunta, é muito importante lembrar que estatisticamente, é esperado que exista uma oscilação no início, até que os números comecem a se estabilizar. Mantenha o planejado para o experimento, a menos que… a taxa de conversão piore demais! Interromper um experimento significa que você nunca terá certeza se ele funcionaria. Mas em casos extremos, se o resultado estiver piorando demais, use seu bom senso para definir se interrompe ou não o experimento. Análise de Resultados Ao finalizar o período dedicado ao experimento, chegou a hora de mergulhar nos dados obtidos para saber se a hipótese se confirmou. Para isso, é imprescindível olhar para os resultados com total transparência. Jamais tente manipular os dados para sua própria satisfação. O objetivo dessa etapa é o aprendizado. Não se limite a analisar se o número esperado foi atingido. Veja que outras métricas sofreram impactos e o que você pode aprender com isso. Caso o objetivo não tenha sido atingido, quais hipóteses explicariam o porquê? Tenha em mente que dessa análise de resultado, podem surgir diversas outras ideias de ações de growth hacking para o futuro. Procure sempre alimentar essa lista de ideias, para continuar seguindo o processo. Dica: Indicadores: Como analisar o resultado das suas campanhas + Planilha de Acompanhamento! Cases de Sucesso Facebook O Facebook chegou recentemente à marca de 1,7 bilhões de usuários ativos e boa parte desse sucesso se deve à mentalidade de growth hacking que a empresa possui desde o seu primeiro dia. Quando a criação de perfis foi liberada para todo mundo, não só para universitários, a aquisição de novos usuários passou a ser um grande desafio: como continuar interessante, se agora todo mundo podia ser convidado? O primeiro hack do facebook foi permitir que as pessoas adicionassem badges e widgets em seus sites (a evolução desses widgets é o atual Page Plugin). Com isso, as pessoas que acessavam o site eram convidadas a curtir a página daquele site no Facebook – e acabavam criando um perfil. Outro growth hack do Facebook foi relativo à retenção de usuários. Analisando o comportamento dos usuários que permaneciam ativos na rede social, os growth hackers do Facebook chegaram a uma métrica de ativação: “Quem adiciona 7 amigos nos primeiros 10 dias tem chances muito maiores de se manter como usuário ativo.” Pensando nisso, criaram várias funcionalidades para incentivar novos perfis a encontrar esses primeiros 7 amigos. Uma delas acontece quando, ao criar seu perfil, você é incentivado a associar sua conta de e-mail. Com isso, o Facebook procura nos seus contatos sugestões de amizade para você. Outra é a possibilidade de um amigo seu sugerir um outro amigo que seja conhecido de ambos mas você ainda não tenha adicionado. Essa funcionalidade aparece bastante para amigos de uma pessoa que acabou de criar sua conta e depois, com o tempo, tende a não aparecer mais. LinkedIn Uma das ações de growth hacking mais famosas do LinkedIn ajudou a empresa a crescer de 2 milhões para 200 milhões de usuários ativos. A mudança implementada para isso foi a possibilidade de criar perfis públicos, visíveis para pessoas que não estavam no LinkedIn. Parece contraditório, não? Se é possível visualizar um perfil sem criar uma conta, por que eu criaria uma conta? O segredo foi que esses perfis eram totalmente otimizados para SEO. Quando alguém procurava o nome de outra pessoa no Google, um dos primeiros resultados que aparecia era o seu perfil do LinkedIn. A mesma coisa acontecia com quem procurava nomes de empresas: lá estava a página, rankeada no Google. Esse foi um grande gatilho de crescimento. Obviamente, não foi uma tentativa que surgiu aleatoriamente. Lembra que o growth hacker precisa ter um bom conhecimento das pessoas e seus comportamentos? É muito provável que os profissionals do LinkedIn tenham percebido a tendência das pessoas procurarem no Google quem são seus novos contatos profissionais e as empresas onde eles trabalham. Ao perceber isso, o LinkedIn aproveitou para se posicionar como autoridade no resultado dessas buscas – afinal, visualizar o curriculum da pessoa é algo bem relevante quando você quer saber mais sobre ela! Quora O Quora é um site especializado em perguntas e respostas. Você pode criar seu perfil, fazer uma pergunta e esperar que pessoas do mundo inteiro respondam de acordo com seus conhecimentos. Um dos maiores desafios do Quora era a aquisição de usuários. Como as pessoas poderiam confiar que encontrariam respostas de qualidade no site? Para isso, a empresa direcionou seus esforços à aquisição de usuários de reconhecimento e autoridade em seus meios. Quando as pessoas perceberam que poderiam fazer uma pergunta sobre tecnologia e startups, por exemplo, e ter respostas de pessoas influentes do meio – fundadores, diretores de Marketing etc. – o Quora começou a ser visto como uma excelente fonte de conhecimentos. Detalhe: os dois fundadores do Quora são ex-funcionários do Facebook. Ou seja, a empresa já nasceu com uma forte cultura de growth hacking! Conclusão Pensar como um growth hacker vai permitir que você encontre e explore, de maneira científica e bem embasada, os gatilhos que alavancam o crescimento da sua empresa. Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  5. Porque começar a investir em marketing digital? Investir em estratégias de marketing digital é essencial para empresas que almejam bons resultados hoje em dia. Em especial porque o estudo de público-alvo e a criação de campanhas de comunicação são muito mais fáceis na internet. Não é novidade que empresas que querem ter sucesso apostam em pesquisas de mercado para desenvolver ou otimizar suas soluções e atender melhor às necessidades do seu público potencial. No digital, a lógica não é nem um pouco diferente. As vantagens das estratégias de marketing digital Conhecer o público-alvo e criar personas (perfis de clientes ideais) não é o único benefício de garantir que uma empresa esteja online. As estratégias de marketing digital, costumam trazer bons resultados — principalmente no longo prazo — confira abaixo alguns dos benefícios! Marketing digital é a maneira mais eficaz de aumentar o tráfego do seu site, o que automaticamente aumenta a exposição da marca, atrai mais clientes e gera mais vendas. Segundo a IAB Brasil, o órgão regulador da publicidade, 74% dos consumidores pesquisam na internet os produtos que querem comprar. A internet permite uma segmentação de audiência bastante assertiva e com isso você não desperdiça dinheiro com quem não é seu potencial cliente. Você não está na internet? Seu concorrente está. ;) Começar a investir em marketing digital é uma tarefa fácil, Certo? Errado! Esta área conta com várias vertentes, cada uma demandando conhecimentos específicos, além de exigir um entendimento de como as ações se integram entre si e ao funil de marketing. Dica: Funil de Vendas: Como tornar o seu negócio um Imã de Clientes! Mas tenha calma! Para facilitar a sua vida, separei neste post 5 estratégias de marketing digital para você investir! 5 estratégias de marketing digital para sua empresa começar a investir hoje mesmo! 1. Marketing de conteúdo A primeira, e quem sabe uma das mais simples de se começar, é o marketing de conteúdo, uma metodologia que prevê a criação e o compartilhamento de conteúdo altamente relevante para o público-alvo do seu negócio. Com isso você constrói um relacionamento de confiança entre empresa e consumidor, e sua marca ganha credibilidade perante o mercado, tornando-se referência sobre o tema. Por meio do conteúdo você pode construir uma base de e-mails, e através dela, manter uma comunicação com essas pessoas. Na hora em que elas pronta para efetuar a comprar, há chance de fazerem isso na sua empresa é muito maior! As estratégias de marketing de conteúdo podem ser feitas em diversos formatos — e essa é uma boa ideia, afinal de contas, nem todo mundo costuma consumir o mesmo tipo de material. Você pode criar um blog para publicação de artigos, postar dicas nas redes sociais (vídeos, stories e artes), publicar um e-book ou vídeos ensinando a fazer alguma coisa que tenha relação com o produto ou serviço que você oferece. O mais importante é conseguir passar valor para a sua audiência e, se possível, gerar leads para se comunicar posteriormente. Dica: Marketing de Conteúdo: Como gerar tráfego SEM GASTAR NADA! 2. Redes sociais As redes sociais são os melhores canais de relacionamento que existem para qualquer empresa. Engano seu pensar que elas são um canal de comunicação como outros, focados na conversão de vendas. Pense em suas atitudes como usuário: alguma vez você acessou uma rede social pensando em comprar alguma coisa? Para começar, crie uma página para sua empresa e mostre para as pessoas que você está lá, disponível para atendê-los. Além disso, invista na geração de conteúdo para gerar conversas e relacionamentos com os seus seguidores. O resultado, sem dúvida, será positivo. Dica: Aprenda como aumentar suas vendas utilizando o Instagram A sua empresa não precisa estar necessariamente em todas as redes sociais, então avalie quais são as mídias mais utilizadas pela sua audiência e a quantas você conseguirá se dedicar — afinal, a escolha de imagens, a edição e a escrita de conteúdo costumam levar um tempo considerável. 3. SEO - otimização do site para o Google Para que seu site fique bem posicionado no Google, um dos caminhos é o SEO (Search Engine Optimization), sigla para Otimização para Mecanismos de Busca. Para empresas que investem em estratégias de Marketing Digital, ter um bom ranqueamento nas páginas de pesquisa é essencial, pois é a principal porta de entrada de clientes — especialmente aqueles em busca de produtos ou serviços na internet. Dica: SEO: O que é e como aplicar a sua loja! O SEO tem como base três pilares: Conteúdo: análise e utilização de palavras-chave com boa quantidade de busca nos textos e imagens do site institucional ou blog; Tecnologia: a qualidade da parte técnica do site e sua velocidade de carregamento — o que influencia na experiência do usuário; Relevância: a autoridade do seu site na internet, geralmente conquistada por meio de links externos e menções da empresa por outras pessoas. Uma desvantagem do SEO é que ele pode demorar um pouco a dar resultados, pois depende muito dos algoritmos dos buscadores e da concorrência de nicho, especialmente para sites mais novos. Enquanto o lucro não vem organicamente, os investimentos em estratégias de links patrocinados podem ser uma solução, como explicamos a seguir. 4. Mídia paga Assim como na publicidade off-line convencional, na internet você também pode pagar para que seus anúncios sejam exibidos nos sites. As formas mais comuns de se fazer isso são através de banners em portais de conteúdo, links patrocinados no Google Adwords, e anúncios nas redes sociais, em especial através do Facebook Ads. A mídia paga é uma boa estratégia de Marketing Digital para empresas que desejam resultados mais rápidos e facilidade na mensuração de suas campanhas com objetivos comerciais. É a outra maneira de inserir um site no Google, de maneira mais rápida, porém, relativamente mais custosa. 5. Consultoria de Marketing Digital Algumas empresas não têm condições de contratar um time inteiro de marketing, seja porque ainda são pequenas demais, por limitações financeiras ou simplesmente porque não querem terceirizar suas atividades. Nesse caso, investir em uma consultoria de marketing digital é a melhor estratégia. Dessa forma, o consultor vai analisar a situação atual da empresa, realizar comparações com os concorrentes, estudar o público-alvo, indicar as estratégias digitais e auxiliar os gestores a entender como tudo isso funciona em conjunto. Em geral, o resultado será um relatório e um plano de ação e acompanhamentos periódicos com os profissionais de atendimento. Essa é uma boa estratégia para empresas iniciantes ou que, apesar de entenderem a importância do investimento, ainda não sabem por onde começar. Os gestores e sua equipe podem aprender com a expertise de profissionais de SEO, produção de conteúdo, Copywriting e Gestão de Tráfego de uma vez só e obter resultados com mais rapidez, evitando erros. Conclusão Cada uma dessas estratégias de Marketing Digital possuem vantagens e desvantagens e, antes de começar a investir, é válido pesquisar o funcionamento de cada uma e sua relevância para os objetivos e a realidade da sua empresa. Se você precisar de ajuda para decidir qual estratégia adotar, basta enviar sua dúvida aqui nos comentários! Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  6. Bem vindo a AprendaDrop @Paulo Praisler ! Precisando estamos ai!
  7. Boa @FlavioBozutti! Precisando estamos ai!
  8. O que é? Dsers é concorrente do Oberlo, é um aplicativo que serve para automatizar a importação de pedidos no Aliexpress, diretamente para sua loja no Shopify, lembrando que esse aplicativo é diretamente do Aliexpress. Muitos utilizam o Oberlo para automatizar o processo de importação de produtos, do Aliexpress para Shopify, mais creio que o Oberlo está com os dias contados, pois o próprio Aliexpress, desenvolveu um aplicativo para o Shopify, chamado Dsers, onde ele faz a automação bem semelhante ao Oberlo, porém o Dsers vai além em questão de fazer todos os pedidos com 1 clique, com o Dsers basta selecionar todos os pedidos a ser realizados e com um clique ele faz os pedidos sem acessar o site do Aliexpress. Painel do Dsers Como instalar e importar os produtos Citações e Referências 1 - Walter Empreendedor Digital
  9. O que é? Você sabe quais são as 5 forças de Porter? Rivalidade entre concorrentes, poder de barganha com fornecedores, poder de barganha com clientes, ameaça de produtos/serviços e ameaça de novos concorrentes. Se você quer entender mais sobre elas e aprender a como utilizá-las em seu negócio continue lendo este artigo. As 5 forças de Porter proporcionam uma visão estratégica em relação aos concorrentes, sendo uma daquelas ferramentas-chave para desenvolver processos que ajudam a garantir resultados. Independente do segmento de sua empresa, conhecer o setor de atuação é essencial para identificar as brechas e se posicionar em relação a elas de forma positiva. Afinal como já diria a frase, temos que ter “um olho no peixe e outro no gato”. E é dessa forma que você deve pensar em relação ao seu negócio. Um olho na concorrência para identificar pontos positivos e negativos (como em uma análise SWOT), outro na empresa para otimizar pontos estratégicos, isso responde parte do questionamento: quais são as 5 forças de Porter. Objetivo das 5 forças de Porter Essa ferramenta estratégica foi criada em 1979 por Michael Porter, professor de Administração e Economia na tão conhecida Harvard Business School. As 5 forças de Porter tem o objetivo de analisar de forma competitiva a concorrência. Dessa forma, elas ajudam empresas de grande e pequeno porte a definir: Como ingressar no mercado Qual posicionamento deve adotar perante clientes e concorrentes O conceito das 5 forças de Porter não é novo, mas é exatamente por este motivo que essa metodologia está tão difundida entre empresas do mundo todo para analisar o ambiente das empresas e onde estão inseridas. Enquanto a competitividade entre as empresas era vista apenas como uma rivalidade, quando o modelo de Porter surgiu ele propôs um novo modelo de pensamento para a época. Muito mais do que conhecer os fatores históricos para o surgimento dessa ferramenta, o importante é entender quais são as 5 forças de Porter e como elas podem ser aplicadas no seu contexto. Então vamos a ele! Quais são as 5 forças de Porter e como como funcionam? Para começar a colocar as 5 forças de Porter em prática é necessário uma análise para entender o seu negócio de uma forma mais abrangente. Como apresentado anteriormente, as 5 forças de Porter são: Rivalidade entre concorrentes Poder de barganha com fornecedores Poder de barganha com os clientes Ameaça de produtos e serviços Ameaça de novos concorrentes Cada uma dessas forças representa um aspecto importante a ser analisado com objetivo de posicionar a sua empresa em relação a elas A seguir apresentamos uma explicação direta e clara sobre cada uma dessas forças para que você possa entender quais são as 5 forças de Porter e possa aplicá-las a seu negócio. Rivalidade entre concorrentes Olhar a empresa sob o aspecto de rivalidade entre os concorrentes é ideal para identificar: Concorrentes diretos Concorrentes indiretos Grau de de competitividade Mas não se engane, nem sempre empresas que vendem o mesmo produto são concorrentes. Esse fator deve também considerar os objetivos do consumidor, afinal é ele quem dita algumas regras de mercado. Nesse sentido, existem algumas perguntas que podem auxiliar no processo desta etapa: Quais a s vantagens competitivas dos concorrentes? Eles competem por preço, localização ou outros diferenciais? Com quantas empresas seu negócio compete nesse mercado? Poder de barganha com fornecedores Esse fator das 5 forças de Porter diz respeito ao posicionamento de sua empresa em relação à gestão dos fornecedores. Afinal, a regra é clara! Quanto maior o número de fornecedores, maior é o controle sua empresa possui sobre o produto final. Pense bem, quanto maior o número de opções para abastecimento de um mesmo serviço ou produto mais sua empresa poderá negociar fatores como: Prazos Preços Quantidade Entrega mais rápida O controle está nas suas mãos, pois, caso a empresa e fornecedor não entrem em um acordo que seja bom para ambos, existem milhares de outras opções a quem recorrer. Para descobrir qual o poder de barganha da sua empresa existem algumas perguntas a serem respondidas: Quantos e quem são os fornecedores do setor? Quais os diferenciais competitivos entre eles? Quem possui o maior poder de barganha (empresa ou fornecedor)? Poder de barganha com os clientes Atualmente esse aspecto está muito relacionado à força de vendas. Nesse sentido sua empresa deve analisar quanto é necessário investir para realizar a venda ao consumidor. Esse pensamento é parecido com o anterior: quanto maior o número de opções no mercado oferecendo as mesmas soluções que sua empresa, menos controle o seu negócio possui sob as vendas. Algumas perguntas podem ajudar a compreender qual o poder de barganha do negócio: Qual a quantidade de empresas que fornecem o mesmo produto? O clientes tem poder para influenciar direta ou indiretamente nos termos de venda? (Descontos e prazos). Ameaça de produtos e serviços Com o avanço da tecnologia é imensa, a quantidade de novas soluções inovadoras e criativas para problemas que nunca antes havíamos imaginado só aumenta. Mas engana-se quem pensa que esse fator pode garantir exclusividade nas vendas. Apesar de resolver um problema, pode ser que já exista algo que produza o mesmo resultado. Aqui cabe se questionar: O que poderia substituir seu produto? Já existe algo parecido com seu produto no mercado? Ameaça de novos concorrentes Desde no início do negócio é importante vedar todas as entradas. Afinal, grande parte do objetivo da pesquisa de mercado e de concorrentes é identificar e preservar os diferenciais competitivos de sua empresa. A dica aqui é estabelecer barreiras legais para a concorrência, como: Patentes; Registros; Contratos de exclusividade. Como qualquer outra ferramenta de marketing, entender quais são as 5 forças de Porter, aprender a colocá-las em prática e em sintonia com seus objetivos pode ser um processo demorado. Mas, se bem utilizada as 5 forças de Porter podem surtir efeitos positivos para os resultados da organização. Dessa forma, se o objetivo de sua empresa é superar a concorrência estando sempre a frente em termos estratégicos, uma ótima opção é investir um pouco de seu tempo nas análises. Agora que você já conhece um pouco melhor essa ferramenta estratégica, que tal aplicar essas dicas na sua empresa? Não esqueça de acompanhar os resultados!
  10. Você conhece as ferramentas de DESIGN THINKING e sabe como utilizá-las para a sua empresa? As ferramentas de design thinking unem várias técnicas colaborativas que auxiliam a coletar e classificar as informações. Assim, somam conhecimentos importantes que dão suporte aos colaboradores. Utilizando ferramentas para design thinking é possível desenvolver com mais afinco a criatividade e aperfeiçoar o desempenho no que diz respeito ao trabalho em equipe. Mas o design thinking oferece muito mais do que isso para as empresas. Uma das suas grandes vantagens competitivas é que uma das possibilidades de inovação do processo de design thinking é fazer com que a empresa compreenda melhor a necessidade seu cliente. Isso porque um de seus exercícios faz com que a corporação passe a olhar as ações com as próprias “lentes” do cliente, se colocando no lugar do outro. Se essa informação for bem absorvida e utilizada, pode representar grandes ganhos para o resultado da empresa. Utilizando uma equipe multidisciplinar para colocar em prática o DESIGN THINKING A principal proposta das ferramentas de design thinking é criar novas possibilidades, ver por novas perspectivas, reduzir riscos, administrar incertezas e, principalmente, investir na inovação. É uma abordagem que procura pelas soluções de maneira coletiva e colaborativa e ganha cada vez mais espaço no mercado de trabalho. Isso acontece porque as técnicas de design thinking fazem com que a empresa passe a observar os problemas por uma perspectiva maior e mais completa. Ela permite – e, mais do que isso, incita, – que pessoas de todas as áreas participem desse processo. Por isso é importante contar com uma equipe multidisciplinar, pessoas que desempenhem diferentes funções, tenham formações distintas e visões de mundo complementares. Todos são importantes e devem participar ativamente do processo de design thinking. Seu objetivo é obter uma visão mais completa para a solução de problemas. Assim sendo, une as inúmeras experiências culturais e visão de mundo. Com todos esses conhecimentos reunidos, a empresa acredita ser mais fácil identificar as barreiras a serem ultrapassadas e as melhores alternativas para cada questão. Vale ressaltar que as técnicas de design thinking não são uma ciência baseada em dados matemáticos. Elas são um mapeamento mais subjetivo e humano. Partem das necessidades de cada pessoa – até passar a entender melhor o pensamento e desejos do seu consumidor. Também pode ser utilizada em qualquer área e por empresas de todos os tamanhos. As ferramentas de design thinking e suas soluções inovadoras Para colocar em prática esse formato de abordagem inovador, a empresa deve seguir um pequeno e importante passo-a-passo. Assim, saberá por onde começar, o caminho a ser seguido e os resultados a serem esperados. 1. Qual o seu objetivo em implantar as ferramentas de design thinking? O que precisa ser resolvido? Para resolver uma questão, você precisa, primeiramente identificá-la, certo? A partir de então, pode procurar pelas melhores soluções inovadoras. Por isso, o primeiro passo é: observar o que precisa de inovação. Analisar se existem processos defasados, profissionais mal instruídos, alguma área com produtividade abaixo do esperado, etc. Muitas vezes algum setor não está com algum problema sério, porém, poderia ser melhorado. A empresa deve identificar isso. 2. Conheça e se coloque no lugar do cliente Ele está recebendo o que deseja? Se não estiver, o que falta para isso acontecer? E mesmo que ele já esteja recebendo o desejado: será que é possível fazer algo para surpreendê-lo e se destacar no mercado? Para saber disso, faça entrevistas investigativas e informais com o seu público. Você precisa entender o que o cliente fala, o que ele vê, o que ele escuta e o que ele sente. Para isso, deve ouvi-lo com atenção, perceber quais são seus principais influenciadores, desejos de vida, etc. Com base nessas informações, você é capaz de avaliar as emoções que o seu cliente tem com o seu produto e serviço. Utilize da empatia para entender esses sentimentos por meio das respostas dadas. Após esse processo de conhecimento, a empresa pode montar a sua persona ideal. Assim, terá documentado e saberá exatamente para quem ela está produzindo. Se você possui alguma dúvida sobre esse assunto, complemente a leitura com: Aprenda o que são personas e como criar as suas. 3. Aproveite a sua equipe multidisciplinar Você possui uma equipe multidisciplinar: aproveite isso. Faça um brainstorm com esse time em busca de novas ideias e soluções adquiridas após conhecer melhor o seu cliente. Essa é a melhor maneira de conhecer pensamentos distintos. 4. Colocando em prática as ferramentas para design thinking Tendo essas informações em mente, é hora de aplicar o design thinking e pensar em como solucionar essas questões. É claro, fugindo das respostas engessadas. A partir de então, é possível desenvolver um protótipo da melhor solução encontrada e testá-lo. Se for observado que o serviço ou produto realmente foi aperfeiçoado, cabe à empresa definir se investirá seu orçamento e colocará para funcionar essas novas soluções. Vale lembrar que as ferramentas de design thinking são feitas a partir da observação e conversa. São informações colhidas diretamente com clientes e com o brainstorm de toda a equipe. Não de acordo com métricas matemáticas ou estatísticas. Sua empresa já investe nas ferramentas de design thinking? Como você pôde perceber ao longo deste artigo, as ferramentas de design thinking são uma ótima forma de abordagem para solucionar problemas de uma maneira inovadora e estratégica. Com o objetivo de proporcionar uma experiência mais completa para as pessoas envolvidas, as técnicas de design thinking auxiliam a enxergar as questões com outras perspectivas. O design thinking é importante, pois enxerga e enaltece o lado humano das pessoas. Também ressalta a grande importância que os clientes possuem no mercado. Além disso, também destaca o que fazer para agradá-los de maneira completa. Assim, eles se tornam um agente importante para a sua marca. Falam bem dela em suas redes (virtuais e presenciais) e garantem uma maior autoridade para sua empresa. Novas maneiras de pensar trazem mais produtividade para seu negócio! O que você acha sobre esse formato de abordagem? Já aplica ou pretende aplicar em sua empresa? Compartilhe conosco a sua experiência de aprendizado com essa ferramenta.
  11. Fala rapaziada da AprendaDrop, beleza? A nossa equipe aqui da AprendaDrop está pensando em nomes para ranks de membros baseados na postagem e engajamento dos membros. Gostaríamos da ajuda de vocês para decidirmos o tema e o nome de cada rank, posso contar com a ajuda de vocês? A nossa ideia com esses ranks é oferecer benefícios dentro do site, futuramente fazermos sorteios e outras surpresinhas mais. É só você comentar nesse tópico um tema que você acha que seria daora e se tiver algum nome de rank em mente comente também! @Apolo Santos @Cauê Freitas @Gabriel Moreira
  12. O que é o Asana? Asana é um software de gestão de projetos e equipes focado em disponibilizar mais tempo para você. Com ele, você organiza seus trabalhos e de sua equipe de forma intuitiva. Além disso, conta com uma série de funcionalidades para acompanhar os resultados e o andamento do projeto, assim como a performance dos colaboradores. Dessa forma, os prazos podem ser cumpridos com mais facilidade e os objetivos alcançados com mais tranquilidade. O que o Asana oferece? Para que você não deixe passar nada e seu projeto cumpra o prometido, seja em termos de prazo ou escopo, o Asana oferece 4 funcionalidades principais: 1. Quadros Inspirados no sistema kanban, você pode “arrastar e soltar” as tarefas e seus respectivos responsáveis por entre as colunas que representam os estágios do projeto. Fica muito mais fácil de saber quem está fazendo o que e em que fase do processo se encontra. 2. Cronograma Mais enxuto e esquemático, o cronograma mostra como as tarefas e pessoas se conectam ao logo do projeto, dispostas sobre uma linha do tempo. Caso haja alguma mudança, logo tudo fica claro no cronograma, que te ajuda a identificar gargalos e atrasos. 3. Calendário Pode parecer um recurso comum, mas o calendário da Asana está linkado diretamente com as outras funcionalidades. Assim, o que você muda em uma, se reflete na outra, permitindo que você use diversas interfaces para controlar seu projeto. 4. Portfólio Um painel de controle fácil e rápido de entender. Ele mostra todos os projetos em andamento, seu status, progresso alcançado (em %), datas e o grau de prioridade. Como começar a usar? Só para te animar: o Asana conta com um plano Free! 🎉 Cadastro 1º Passo: O primeiro passo é ter um cadastro no Asana. Na página inicial, clique no botão “Get Strarted For Free”, ou “Comece de graça”, para realizar seu cadastro gratuito na plataforma. O Asana também tem opção Premium, como pagamento opcional, mas para entrar e usar as funções básicas não é necessário pagar nada; 2º Passo: Preencha seu e-mail e clique em “Sign Up” ou “Inscrever-se” para iniciar o processo de inscrição na plataforma. Em seguida, verifique o e-mail enviado para sua caixa de entrada, para confirmar a inscrição; 3º Passo: Complete seu perfil com os dados pessoais, foto e o que mais desejar inserir no cadastro inicial do Asana, além da senha, é claro; 4º Passo: Defina um nome para seu time, clique em “Continue”; 5º Passo: Defina quem será convidado para sua equipe, digitando os e-mails dos membros iniciais, logo depois, clique em “Continue”. Seu cadastro estará completo e o Asana será aberto com sucesso. Administrando Tarefas No painel inicial, o usuário verá as ferramentas principais disponibilizadas. Para criar e gerenciar, siga os próximos passos: 1º Passo: Clique no botão de “+”, no topo da página, para criar uma nova ação; 2º Passo: Selecione “Add Task” ou “Adicionar tarefa” (em português) para criar a tarefa. Isso também pode ser feito pelo botão de mesmo nome; 3º Passo: Digite o nome da tarefa, verifique o autor e quem mais vai colaborar com ela. Em seguida, clique em “Create Task”, ou “Criar Tarefa”; 4º Passo: Clique na tarefa criada para abrir seus detalhes. É possível adicionar comentários na caixa em branco que se abre, definir uma data de vencimento na opção “Due Date” ou adicionar selos, como Favoritos (Coração), Rótulo (Tags), Criar Subtarefas (Subtasks) ou Anexar Arquivos (Attachments); 5º Passo: Para concluir a tarefa criada, basta clicar no botão verde; 6º Passo: As tarefas ficam sempre organizadas nos campos “New Tasks” ou “Novas Tarefas” e “Upcoming” ou “Futuras Tarefas”. Quadros (Boards) O Asana também permite criar e administrar tarefas com quadros, ou “Boards”, similar a concorrentes, como o Trello. Para isso, na sua área inicial, clique na opção “Get Started With a Project” ou “Comece um projeto” e, na janela que se abrir, marque a opção “Board”. Em seguida clique em “Create Project” ou “Criar Projeto”. Em seguida, siga os passos. 1º Passo: Dentro do projeto é preciso adicionar colunas. Isso pode ser feito no botão “Add Columns”. Nomeie sua coluna para começar o projeto; 2º Passo: Na coluna criada, clique no sinal de “+” para adicionar uma tarefa de projeto. Nomeie-a; 3º Passo: Dentro da tarefa, ela funciona de forma similar a uma tarefa do modo de listas, demonstrada no passo 4 da administração de tarefas. É possível inserir data de vencimento e há espaço para comentários; 4º Passo: Para mover uma tarefa de uma coluna para a outra, simplesmente arraste-a para os lados com o mouse. O Asana permite ainda personalizações de quadros, nomes e outras ferramentas mais complexas, mas acessíveis a quem utiliza a versão paga ou para quem possui muitos membros na equipe. Estes são os primeiros passos para começar seu projeto na plataforma. Ainda não ficou claro? Ainda não ficou claro para você como usar o software Asana em seu dia a dia de trabalho? Então, dê uma olhada neste tutorial da Asana. Ele mostra os passos iniciais básicos para usar a Asana em seus projetos. Confira: Finalizando Se você se interessou e gostaria de utilizar o Asana só precisa entrar aqui! Não deixe de comentar o que você achou desse conteúdo e se ele te ajudou de alguma forma. Vamos juntos fazer da Aprenda Drop o maior fórum sobre Dropshipping domundo! Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  13. Introdução Fala rapaziadinha da AprendaDrop, beleza? Resolvi escrever esse conteúdo falando um pouco mais sobre o Lançamento Meteórico porque nas últimas semanas eu apliquei o método no lançamento de um dos meus clientes e o resultado foi absurdo (múltiplos 6 dígitos). Vou compartilhar com vocês nesse tópico algumas informações sobre a história da criação do método, conceito por trás da estratégia e como você pode aplicar o método para alavancar suas vendas. O que é o Lançamento Meteórico O Lançamento Meteórico é uma estratégia na qual você realiza as vendas diretamente pelo Whatsapp. O Meteórico nasceu em novembro de 2016 como uma estratégia para a Black Friday do mesmo ano e a partir disso se tornou esse método que tem gerado taxas de conversão entre 10% e 40% nas vendas de produtos digitais. O criador e responsável pelo sucesso do método foi o administrador de empresas, palestrante e especialista em Marketing Digital Talles Quinderé. Sócio fundador da agência WCOMUNIC há 15 anos. De forma resumida, o método funciona como um fluxo estruturado que dura em média cinco dias. Primeiro, você convida seus leads para participar de um grupo no Whatsapp. Depois, esse grupo é submetido a uma sequência lógica e exata de estímulos mentais, que se utiliza de textos, vídeos e até abordagens pessoais. A conclusão desse fluxo é oferecer uma janela de oportunidade de compra muito pequena, que resulta na ação das pessoas em agirem rapidamente. O real poder de um Lançamento Meteórico O grande segredo por trás do Meteórico está no fato dele fazer o empilhamento de três gatilhos mentais muito poderosos que são: antecipação, pertencimento e escassez. Esses gatilhos são combinados entre si de forma estratégica num grupo controlado dentro do WhatsApp. A “corrida até o tesouro” que estimula empresários de começar a fazer o Lançamento Meteórico se dá porque ele pode gerar picos de venda muito altos, em apenas 1 dia, proporcionando também um ROI muito vantajoso. Alguns do grandes players do mercado que aplicam a estratégia do Meteórico são Conrado Adolpho, Arthur Shinyashiki, Giordano Nârada e entre outros. Usando o Whatsapp Não é um segredo que as taxas de abertura de e-mail vêm caindo vertiginosamente a cada ano que passa. Na contramão a isso o WhatsApp vem ganhando muita força para comunicações rápidas e se consolidando como um dos meios de comunicação mais usado pelos brasileiros. Diferente por exemplo de um Lançamento Semente, que usa páginas de captura e vários CPLs, O Lançamento Meteórico utiliza o WhatsApp para manter o engajamento e aquecimento dos leads em um ou mais grupos exclusivos que duram, no máximo, uma semana e depois são excluídos definitivamente. Há casos de lançamentos que chegam a uma centena de grupos e demandam alguma estrutura com equipe treinada para administrar tantos grupos e manter a qualidade das interações. O que são gatilhos mentais? Gatilhos mentais são estímulos recebidos pelo nosso cérebro que influenciam diretamente a nossa tomada de decisão. Saber estimular esses gatilhos é uma poderosa arma de persuasão. Empilhamento de Gatilhos Mentais no Meteórico Gatilho da Antecipação É a primeira fase do Meteórico. Começa com a produção dos anúncios e a comunicação para sua base de leads informando que haverá uma chance ÚNICA de participar de uma grande promoção. Obs: Note que aqui, na verdade, há 2 gatilhos mentais utilizados: Antecipação – informando que em breve haverá uma grande promoção e; É a primeira fase do Meteórico. Começa com a produção dos anúncios e a comunicação para sua base de leads informando que haverá uma chance ÚNICA de participar de uma grande promoção. Obs: Note que aqui, na verdade, há 2 gatilhos mentais utilizados: Escassez – deixando claro que é uma oportunidade única e que não haverá outra chance de obter a grande promoção que, por sinal, ainda não é revelada na comunicação do anúncio. Gatilho mental do Pertencimento O anúncio possui um link que direciona o Lead para uma Landing Page com um botão que leva ele a um grupo no WhatsApp. As regras dos grupos são muito bem definidas e já deixam claro qual é a finalidade dele. Você pode, por exemplo, deixar os comentários do grupo fechados e só liberar em horários determinados para os participantes interagirem entre si, fazerem perguntas sobre a oferta e depois disso você fecha os comentários novamente. Isto gera um engajamento muito bom e um sentimento de pertencimento a um grupo, a uma comunidade. Isso permite que os participantes se conectem ainda mais com você e o seu produto. Logo ao chegar no grupo, o lead deve receber um vídeo ou áudio informando as regras do grupo e que dali a três dias haverá uma grande promoção exclusiva para aquele grupo. O preço da oferta ainda não é dito, mas é informado que será uma oportunidade com um valor muito abaixo do preço normal e/ou que terá um bônus extra muito vantajoso para quem adquirir o produto através do link que será postado no grupo. Se você percebeu, aqui é explorado mais uma vez o gatilho mental da antecipação, criando expectativa e deixando um looping em aberto na mente do lead aguardando para descobrir que grande oferta é essa. Gatilho mental da Escassez Durante os dias que antecedem a abertura do carrinho, são feitas várias postagens no grupo fomentando a antecipação e a escassez da oferta, até que na véspera da abertura do carrinho é revelado o grande desconto e/ou bônus que será oferecido com exclusividade para aquela comunidade. É necessário deixar bem claro que a grande oferta estará disponível apenas naquele dia e que após este período o lead perderá a oportunidade de comprar o produto pelo valor com desconto. A possibilidade de perder a oferta e ter que comprar o produto por um valor muito maior causa um efeito avassalador nas pessoas, aumentando ainda mais o desejo de adquirir o produto. Equipe de apoio do Lançamento Meteórico Você pode aplicar e gerenciar o Lançamento Meteórico sozinho. Sim, é possível! Mas aconselho que você forme uma equipe para te ajudar durante o tempo em que o carrinho estiver aberto e também para ficar monitorando os grupos junto com você para identificar e excluir SPAMS. A equipe será necessária também para ajudar a fazer contato com os leads mais aquecidos do grupo e tentar converter os boletos que ainda ficarem em aberto. Espiões do Meteórico Uma tática que alguns infoprodutores têm usado com muito sucesso é plantar espiões dentro dos grupos para se passarem por clientes desejando comprar o produto, criando com isso uma espécie de “efeito manada” para os leads mais indecisos se decidirem pela compra do produto por causa desta influência. Essa tática também pode ser usada para os espiões fazerem perguntas estratégicas que levem os leads verdadeiros a considerarem realmente a compra. Um exemplo disso é um espiões perguntar “este produto serve para qualquer pessoa mesmo?” ou “em quantas vezes pode parcelar no cartão de crédito?” e alguém da equipe responder “sim, serve! Inclusive é recomendado para quem se encontra nessa e naquela situação… e ele pode ser parcelado em até 10 vezes sem juros”. Extra Acompanhe a palestra de Talles Quinderé criador do Lançamento Meteórico no Fire 18. Conclusão O Lançamento Meteórico, se aplicado da forma correta, funciona. Já testei com alguns clientes e tem dado um ROI incrível. No entanto, antes de tentar aplicar e correr o risco de fazer algo muito amador, é muito importante conhecer bem o método. Existe um modelo a ser seguido e que ajuda muito na hora de planejar e organizar o Lançamento Meteórico. Meu conselho para você é que se for fazer realmente o Lançamento Meteórico, que seja feito 2 ou 3 vezes no máximo ao ano para a mesma base de leads. Para gerar escassez com força, é preciso deixar claro que aquela janela de oportunidade não irá se repetir tão breve e que o lead pode realmente perder a oportunidade de compra com desconto se não agir logo. Não esquece de comentar aqui em baixo o que você achou desse conteúdo e se ele te ajudou de alguma forma. Bora fazer da Aprenda Drop o maior fórum sobre Dropshipping do mundo! Citações e Referências 1 - Talles Quinderé 2 - Rockcontent 3 - Conrado Adolpho Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  14. Aumente suas vendas utilizando uma das maiores redes sociais do mundo! O Instagram é essencial para muitas empresas/empreendedores. Afinal, é inegável o quão potente é a rede social, que se firmou como uma das principais do mundo. Mas você deve estar pensando: como meu negócio pode se destacar em meio a 100 milhões de fotos postadas por dia e mais de 400 milhões de Stories feitos diariamente? Para essa questão, tenho uma ótima notícia! Preparei esse guia para você aprender definitivamente como vender mais no Instagram, aproveitando da melhor maneira possível as funcionalidades da rede social. Além disso, separei as melhores ferramentas para você gerenciar e criar conteúdos que se destaquem no feed de seus seguidores! Principais funcionalidades para turbinar suas vendas Vamos começar explorando as funcionalidades do Instagram para turbinar suas vendas. Desde seu surgimento, o Instagram vem trabalhando para entregar funcionalidades cada vez mais interessantes. Não só para os usuários, mas também para as empresas e empreendedores, que encontram no canal uma ótima forma de aumentar suas vendas. Abaixo, selecionei as melhores funcionalidades do Instagram para você explorar no dia a dia, expondo seus produtos e construindo autoridade perante o público. Carrossel O carrossel é um recurso do Instagram que permite colocar até dez fotos no mesmo post. Para olhar as fotos, basta rolar a tela pela lateral. É uma ótima maneira de deixar anúncios no feed mais atrativos, já que você pode mostrar produtos similares ou até um mesmo produto sob outras perspectivas. Para fazer um post em carrossel, basta selecionar a essa opção e escolher as fotos que deseja ter na publicação, organizando-as da forma que preferir. Além disso, também há a possibilidade de postar vídeos em carrossel. Stories (e suas mil e uma funções) Nos últimos anos, o Stories ganhou uma atenção especial do Instagram, tendo diversas funcionalidades próprias. Se antes era somente um recurso para compartilhar vídeos e fotos por 24 horas, hoje é possível fazer enquetes e até colocar músicas! E caso você tenha pelo menos 10 mil seguidores, é liberado para você a opção de adicionar links as suas fotos e vídeos no Stories. Essa função direciona o usuário para uma página escolhida, que pode ser uma landing page ou seu site, por exemplo. Outro recurso interessante do Stories são os stickers, onde você poderá fazer as enquetes, perguntas, testes, contagem regressiva, colocar atalho para bate-papo e outros recursos. Ou seja, o céu é o limite quando se trata de explorar os Stories! Link na bio Uma das melhores funcionalidades do Instagram para gerar vendas através de tráfego orgânico, é a inclusão de links personalizados na bio do perfil. O link também pode direcionar para uma landing page de sua escolha, ou para outras opções como: Blog ou site; WhatsApp; Fanpage do Facebook; Vídeo no YouTube. Link para download de algum material. Como podemos ver, é um espaço rico em oportunidades para aumentar seu número de acessos, leads, fãs no Facebook e clientes. Aba Explorar A aba Explorar é um recurso do Instagram onde o usuário conhece novos conteúdos de acordo com seus interesses. Aparecer em Explorar é uma ótima oportunidade de chamar atenção de outros usuários que ainda não te conhecem ou não te seguem. O algoritmo do Instagram Explorer leva em consideração as contas que os usuários seguem, assim como as postagem que eles gostam e comentam. E o melhor: não custa um centavo! Então, se você vende comidas fitness, por exemplo, aposte em hashtags para entrar na aba. Além disso, fique de olho em outras métricas oferecidas pelo próprio Instagram, como quem é sua audiência e o melhor momento para postar. Além de claro, criar fotos e vídeos visualmente atraentes. Instagram Shopping Outra funcionalidade do Instagram é o Shopping. A ferramenta tem como objetivo principal facilitar compras feitas através da rede social, com link direto para onde o produto está sendo vendido. Mas, existem algumas regras para utilizar o Instagram Shopping, que são: A conta no Instagram deve ser comercial; O perfil deve estar conectado a um catálogo do Facebook; A plataforma não processa compras, somente direciona para o site. Então, é preciso ter um e-commerce; Somente podem ser vendidos produtos físicos que estejam dentro das normas comerciais do Instagram. Apesar das regras, vale a pena apostar no Shopping, pois é uma ferramenta que veio para agilizar vendas, já que o produto pode ser exposto de diversas formas, encurtando o caminho na jornada de compra. Além disso, o Instagram Shopping possui um grande destaque no Instagram Explore! IGTV O IGTV é um aplicativo dentro do Instagram, que permite aos usuários hospedar e compartilhar vídeos de até uma hora de duração. Por ser um recurso novo, ganha bastante destaque dentro da plataforma, como em ícones dentro do perfil e destaque especial na aba Explorar. Os vídeos no IGTV têm uma diferença: são no formato vertical, não em paisagem como é comum em outras plataformas, como no YouTube. Mas, o IGTV continua sendo um ótimo recurso para atrair novos seguidores e expor seus produtos de diversas formas. 10 dicas para você vender mais no Instagram Agora que você já conhece os recursos que o Instagram oferece, é hora de utilizá-los e aproveitar todo seu potencial. Não existe fórmula mágica quando se trata de vender no Instagram, é preciso um conjunto de estratégias que irão ajudar a vender mais. Com funcionalidades, como o Instagram Shopping, vender se tornou mais fácil. Porém, como nem todos os produtos podem ser vendidos lá, é preciso expandir e pensar em estratégias de vendas para outros negócios, como os digitais. Então, sem mais enrolação, bora para as melhores dicas sobre como vender mais no Instagram e aproveitar o máximo o seu potencial! 1. Mude seu perfil para comercial O primeiro passo para vender no instagram é mudar seu perfil para comercial. Se você já tem, ótimo! Se não, é hora de mudar. Perfis comerciais possuem diversas vantagens, como acesso aos Insights, que dão maior noção sobre o comportamento do público e os melhores momentos para postar, por exemplo. Para mudar seu perfil para comercial, é só ir em Configurações e habilitar a opção Alternar para o perfil comercial. Lembrando que é preciso ter uma página igualmente comercial no Facebook para habilitar. Se você não tem, não se preocupe que isso poderá ser feito na mesma hora. Feito isso, é hora de explorar as funções extras para negócios no seu perfil, atraindo mais seguidores e futuros clientes! 2. Vídeos, vídeos e mais vídeos! Não tem jeito: para chamar atenção dos usuários e conquistar potenciais clientes, é preciso investir em vídeos no Instagram, principalmente no feed. Ainda mais agora que a rede social aposta em mais recursos voltado para esse tipo de conteúdo. E esse investimento não é à toa! Quem trabalha ativamente no Instagram já percebeu que vídeos geram mais engajamento, e isso pode ser confirmado por uma pesquisa feita pela HubSpot em parceria com a Mention. Após analisar mais de 48 milhões de posts de cerca de 306 mil usuários, foi constatado que vídeos geram duas vezes mais engajamento do que outros formatos. E engajamento é uma métrica muito importante. Como já reforcei por aqui, o Instagram possui diversas opções para quem deseja trabalhar com vídeos (IGTV, Feed e Stories). No feed, são aceitos vídeos de até um minuto, o que é tempo suficiente para entregar conteúdo de qualidade para seu público e atrair uma nova audiência. 3. A melhor hora para postar A pior coisa a ser feita no Instagram para quem deseja utilizá-lo para vender, é postar coisas em horários completamente aleatórios. Afinal, você estará competindo com diversos outros perfis, então seu post pode simplesmente passar despercebido para seus seguidores. Para evitar isso, é importante ficar de olho nos melhores horários para postar. Segundo a Sprout Social, o ideal é às quartas-feiras, às 15 horas. Quinta-feira (o melhor dia), às 5, 11 e entre 15 e 16 horas, e sexta, às 5 horas. A mesma pesquisa revela que domingo é o dia com pior engajamento no Instagram. Mas isso não é uma regra. O próprio Instagram oferece insights sobre os melhores horários, assim como a faixa etária do seu público, localização e os dias em que eles ficam mais ativos. Por isso, confira no seu perfil, na aba Informações e depois Seguidores, quais dias e os horários em que os usuários estão mais ativos, definindo assim os melhores momentos para postar. 4. Explore o máximo dos Stories Como já abordado acima, o Stories possui diversas funcionalidades que podem ser exploradas para gerar mais vendas. De forma alguma pode ser ignorado e negligenciado, ou você perderá uma mina de ouro nas mãos. Contas comerciais com mais de 10 mil seguidores podem adicionar um link em seus stories (o famoso arraste para cima). Mas quem ainda não possui essa quantidade de seguidores, pode utilizar o recurso de outras formas para gerar mais vendas. Além das lives, você pode explorar stickers, vídeos explicativos, demonstrações de produtos e muito mais! 5. Transmissões ao vivo Outra maneira de explorar os vídeos no Instagram é fazendo lives. É uma maneira eficiente de aumentar seu alcance e engajamento, oferecendo algo de valor para seus seguidores. Além disso, lives aparecem em primeiro no Stories e os seguidores recebem uma notificação quando você entra ao vivo. Uma oportunidade e tanto para chamar atenção deles, não é mesmo? Mas, lembre-se: o foco é atrair mais vendas. Então, é preciso se preparar para entrar ao vivo e a cores. Planeje a pauta, o cenário e garanta que o conteúdo seja educativo e não publicitário. Seu público irá perceber! 6. Faça anúncios atrativos de verdade Assim como entrega novas funcionalidades, o Instagram também realiza mudanças contínuas em seu algoritmo. Por isso, é importante entender os anúncios, que são uma forma de atingir um público novo, seja no feed ou no Stories. São oferecidas várias opções para segmentação, escolhendo as que melhor atendem aos seus objetivos e também para divulgar produtos ou serviços novos. Para aprender a criar campanhas no Instagram você pode assis o vídeo abaixo: Para o anúncio chamar atenção, a foto ou vídeo deve ser realmente atrativo e objetivo. Sem isso, será só mais um post em meio a milhares. 7. Aposte em parcerias com influenciadores Os influenciadores digitais são pessoas que conseguiram destaque abordando assuntos de interesse de um nicho específico, que pode ser o mesmo que do seu negócio. Geralmente, influenciadores possuem alto engajamento com seus seguidores. Este poder pode ser aproveitado por seu negócio, através de parcerias com influenciadores que tem uma base de seguidores parecida com a sua. 8. Aproveite a força do IGTV Não custa reforçar: o IGTV é uma aposta certeira para quem deseja divulgar seu negócio. Com o Instagram deixando de mostrar as curtidas nas postagens, é preciso explorar novas formas de chamar atenção no feed. A própria rede social declarou que pretende dar mais atenção e valor ao conteúdo postado, para que seus seguidores foquem naquilo que você fala e entrega. Assim como empreendedores devem focar em interações e no alcance de suas postagens. É aí que o IGTV entra. Como é funcionalidade que recebe muito destaque em todo o Instagram, use e abuse dele. Crie conteúdos de valor para seus seguidores, assim eles se sentirão mais confiantes para comprar com você. 9. Não esqueça das hashtags As hashtags são essenciais para o seu conteúdo conseguir visibilidade no Instagram. É através delas que seu post pode aparecer na aba Explorar e estar diante de milhões de pessoas. No entanto, aqui vale o bom senso. Não use muitas hashtags em suas postagens e sempre selecione aquelas que tem a ver com o seu negócio. É sempre melhor se concentrar em algumas hashtags segmentadas e com bom volume de pesquisas. Dois truques simples para encontrar as hashtags certas é ver quais estão sendo usadas por influenciadores e concorrentes do seu nicho, assim como utilizar a pesquisa do Instagram, que irá completar com outras tags relevantes. 10. E não deixe de lado as chamadas para ações Você criou ótimos conteúdos, um calendário editorial e sabe como chamar atenção do público. Mas o que eles devem fazer depois? Por isso, não se esqueça de colocar chamadas para ações. Seja baixar um material gratuito, se cadastrar para um webinar ou até mesmo acessar uma oferta exclusiva, o CTA precisa estar lá, nos vídeos, fotos, stories e no IGTV, e ser bem claro! Ferramentas para turbinar seus resultados Para turbinar de vez sua estratégia de vendas no Instagram, selecionei 5 ferramentas para otimizar seus resultados. Assim, você criará posts incríveis e ainda poderá mensurar tudo o que está sendo feito no perfil. Vamos lá! Bitly O Bitly é um famoso encurtador de URL, mas suas funções vão muito além disso. É uma ferramenta para acompanhar o desempenho de seus links. Por exemplo: entre o link na bio ou links nos stories, como saber qual gera mais cliques? Criando URLs através do Bitly para cada campanha, você saberá. Com isso, suas ações serão mais assertivas, apostando em conteúdos que trazem mais tráfego, nos locais certos. Postgrain A ferramenta Postgrain, antigo Instamizer, ajuda no gerenciamento de contas no Instagram, ideal para quem múltiplos perfis. Também é possível responder comentários e mensagens diretas, além de acessar relatórios. Outras funcionalidades do Postgrain são a criação e agendamento de Stories com stickers e marcação de produtos para quem tem a loja. Buzzsumo O Buzzsumo é uma ferramenta extremamente completa, ajudando a buscar sobre os assuntos mais consumidos e compartilhados na internet, assim como identificar influenciadores e o que eles estão compartilhando. Com essas informações, será mais fácil definir quais conteúdos abordar em seu perfil, melhorando o alcance de seus posts e vídeos. Canva O Instagram é uma rede social onde a beleza do conteúdo importa muito. Com o Canva, você poderá criar posts incríveis, mesmo sem conhecimento de design. É uma ferramenta intuitiva e com diversos templates prontos para serem utilizados e personalizados de acordo com sua marca. Além dos posts, também é possível explorar os templates para Stories e outras redes sociais, como Facebook. E o melhor: praticamente tudo no Canva é gratuito! Conclusão Aprender como vender mais no Instagram exigirá tempo e esforço para testar as melhores estratégias para seu negócio e criar conteúdos atraentes e ricos. Seguindo minhas dicas, esse processo será mais fácil, eliminando o trabalho de adivinhação. A grande vantagem de utilizar o Instagram para turbinar suas vendas é ter acesso a análises para ajudar a entender o público. Com as ferramentas complementares, você terá insights poderosos! Mas sua estratégia para vender mais não pode parar por aí! Não deixe de comentar o que você achou desse conteúdo e se ele te ajudou de alguma forma. Vamos juntos fazer da Aprenda Drop o maior fórum sobre Dropshipping do mundo! Citações e Referências 1 - Pedro Sobral - Comunidade Sobral de Tráfego 2 - Blog Hotmart 3 - Ecommerce na prática Atenciosamente, Equipe AprendaDrop Créditos Robson Job
  15. Os 3 livro que mais me marcaram foram: 1. Pai rico, pai pobre - Robert Kiyosaki 2. Os segredos da mente milionária - T. Harv Eker 3. Pense Enriqueça - Napoleon Hill Eu recomendo esses 3 livro para todos que almejem empreender de alguma forma, são livros fodas e que podem ser considerados a bíblia dos empreendedores!